5 dicas para planejar as férias em família em hotéis e resorts

5 dicas para planejar as férias em família em hotéis e resorts

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As férias escolares estão aí e planejar uma viagem, sobretudo com crianças, não é uma tarefa fácil. Às vezes, na correria e na ansiedade, muitos pais podem acabar esquecendo detalhes importantes, como a documentação necessária para viajar com crianças e o que fazer para garantir o bem-estar e a diversão delas. Pensando nisso, selecionamentos 5 recomendações importantes para que o tão merecido descanso em família seja divertido, prazeroso e tranquilo.

Confira as recomendações:

  • Planejamento

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Nenhuma viagem, seja em família ou não, começa sem planejamento. E o ponto de partida é a escolha do destino, que pode ser um resort de praia, um hotel fazenda no interior ou até mesmo uma grande metrópole. Feito isso, é hora de ponderar as vantagens e desvantagens que cada destino ou hotel oferece, como a estrutura da cidade/região e da hospedagem. Além disso, é muito importante ter em mente o que você e a sua família desejam para o período. Consultar os pequenos também é muito importante, assim é possível garantir o envolvimento deles neste exercício, que é de suma importância.

  • Estabeleça os gastos na viagem

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Após a escolha do destino, é hora de estabelecer os possíveis gastos. Se você for viajar com crianças, dê preferência para empreendimentos que ofereçam gratuidade na hospedagem para crianças. Caso do  Hotel Armação, em Porto de Galinhas, que conecede a cortesia para até dois hóspedes mirins de até 10 anos na mesma acomodação dos pais durante as férias de julho. A economia vale a pena e o dinheiro poupado pode ser alocado em um passeio fora do hotel, lembrancinhas ou até mesmo experiências extras. Também é importante mensurar o preço das passagens aéreas (se for o caso) e se a hospedagem oferece transfer in/out ou se será necessário pagar do próprio bolso a locomoção até o hotel. Se for necessário, é bom checar a viabilidade da locação de um veículo.

  • Regime de alimentação

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Checar qual o regime de alimentação oferecido pelo hotel antes de efetuar a reserva também é um tópico muito importante. Este, aliás, pode impactar diretamente na 2ª dica, sobre os gastos de viagem. Dependendo da proposta da viagem, alguns regimes pode valer e muito a pena. Quem gosta de praia e pretende ficar a estadia inteira dentro de um resort, como o Pratagy Beach, de Maceió, curtindo a piscina, o sol, a equipe de recreação e as outras atividades apresentadas pelo empreendimento, o all inclusive é a opção mais indicada. Não haverá, inclusive, dor de cabeça na hora de pagar a conta. Pode-se beber de tudo, comer de tudo e nem se preocupar com nada – só com o peso… rsrs!

Agora se a proposta da viagem é desbravar o destino, priorize hospedagem apenas com o café da manhã incluso ou, quem sabe, meia pensão, que inclui a refeição matinal e uma outra, podendo ser o almoço ou o jantar.

  • Programação infantil

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Antes de curtir as férias é preciso saber se o hotel ou resort escolhido é Kids-Friendly, como é o caso da Fazenda Capoava, em Itu, interior de São Paulo. Assim, os pais podem descansar tranquilos ou se divertirem a sua maneira, jogando uma partida de tênis, fazendo uma caminhada, andando a cavalo ou até mesmo uma massagem no enquanto seus filhos se divertem com os monitores. O hotel, inclusive, se destaca por oferecer uma equipe de recreação formada, em partes, por biólogos, que além de resgatar a essência do brincar com brincadeiras lúdicas típicas de fazenda, como pega-pega, esconde-esconde e tantas outras, criam atividades e gincanas sócio-educativas.

  • Documentação

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Após a conclusão de todas as etapas acima, incluindo a escolha do hotel, é hora de fazer as malas e não se esquecer do mais importante, a documentação. Para se hospedar em qualquer hotel, menores de 18 anos devem estar acompanhados de seus pais ou dos responsáveis legais. Mas no segundo caso, deve ser apresentado documento de autorização dos pais, assinado e com firma reconhecida em cartório. Além disso, RG com foto oficial.

Se houver deslocamento aéreo dentro do Brasil, o menor deve apresentar documento que comprove filiação se estiver viajando com os pais ou parentes de 3º grau. Para viajar com apenas um dos pais, será preciso uma autorização registrada em cartório assinada por ambos os pais.

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Chile é o destino ideal para Astroturismo

Entenda por que o Chile é o destino ideal para Astroturismo

Observatório ALMA, um dos maiores do Chile, próximo a São Pedro do Atacama
Observatório ALMA, um dos maiores do Chile, próximo a São Pedro do Atacama

Contar com 40% de toda infraestrutura global de observação astronômica na região norte de seu território, faz do Chile um dos países com maior potencial de atrair turistas interessados nos mistérios do universo.

E não é para menos: o destino conta com uma série de características que o tornam ideal para observar estrelas, como altitude elevada, poucas partículas de de poeira, umidade baixa do ar – principalmente no deserto do Atacama, com um dos climas mais áridos do globo -, grande quantidade de dias por ano (mais de 300) com tempo aberto, e por aí vai.

TOUR ASTRONÔMICO

Opções de passeios foram criados no país pensando no Astroturismo. Um dos melhores exemplos disso acontece no Atacama, onde é proposto o Etno-astroturismo ou Arqueo-astronomia, que ajuda a compreender o impacto que as constelações tiveram em toda a cultura e estrutura de vida dos povos andinos.

Também são oferecidos tours de Astrofotografia, guiados por fotógrafos que levam os viajantes para os melhores locais durante a noite para capturar imagens espetaculares da galáxia.

OBSERVATÓRIOS GRATUITOS

Para atender a demanda elevada para a observação espacial, diversos observatórios científicos estão disponíveis para visitas. Boa parte deles conta com visitas gratuitas, mas é necessária reserva antecipada, já que as vagas são limitadas – deve ser planejado com no mínimo um mês de antecedência.

Conheça abaixo alguns dos observatórios astronômicos do Chile que abrem suas portas para o Turismo de forma gratuita durante o dia:

– Observatório Paranal – localizado 130 quilômetros ao sul de Antofagasta, conta com os instrumentos ópticos mais avançados do mundo.

Reprodução Eso.org

Observatório Paranal, próximo a Antofagasta

Observatório Paranal, próximo a Antofagasta

– Observatório Alma – localizado a 35 quilômetros de São Pedro do Atacama e a 5 mil metros acima do nível do mar, recebe visitas aos sábados e domingos, em passeios de três horas. Os visitantes tem acesso à sala de controle, aos laboratórios e ao Operations Support Facility (OSF), onde a equipe de cientistas trabalha.

– Cerro Tololo
 – observatório Interamericano localizado no Vale do Elqui e aberto ao público todos os sábados.

Divulgação Cerro Tololo

Cerro Tololo, no Vale do Elqui

Cerro Tololo, no Vale do Elqui

– Observatório Gemini – também no Vale do Elqui, conta com visitas gratuitas todas as sexta-feiras, entre setembro e maio.

Divulgação Gemini

Observatório Gemini, também no Vale do Elqui

Observatório Gemini, também no Vale do Elqui

– Observatório La Silla – no deserto do Atacama, o local é aberto para visitas aos sábados, com tours às 14h. Também gratuito, demanda reserva com antecedência no site oficial do observatório.

fonte: panrotas.com.br

Experiência única e inesquecível. Acesso exclusivo à Capela Sistina

Experiência única e inesquecível. Acesso exclusivo à Capela Sistina

Se o que levamos dessa vida são experiências e não objetos materiais, ter a chance de visitar a Capela Sistina quando suas portas já foram fechadas ao público é algo inesquecível.

Capela Sistina em Roma

Visitar os Museus Vaticanos e a Capela Sistina exige tempo e paciência. Mesmo comprando antecipadamente os seus ingressos considere que, todos os dias, o complexo recebe cerca de 26 mil visitantes. Turistas provenientes de várias partes do mundo em busca da beleza da arte italiana.

Capela Sistina em Roma

Atravessando seus corredores e galerias, os olhos e o peito se enchem de emoção. Fica difícil absorver tantas informações e, quando finalmente chegamos na Capela Sistina, o coração acelera diante da genialidade humana.

Capela Sistina em Roma

Espremidos entre centenas de outros mortais, erguemos o olhar para admirar o teto e o afresco do Juízo Final, enquanto vigias, como em uma cantilena, repetem  aquele som de “shiii” na tentativa de pedir silêncio. Estamos sempre no interior de uma capela, mas no meio da multidão a fronteira entre sacro e profano é sutil e perdemos parte de sua atmosfera onírica.

Imagine então a chance exclusiva de visitar a Capela Sistina em silêncio, na companhia de um grupo restrito, e poder contemplar as obras-primas de Michelangelo e de outros artistas, sem distrações.

Capela Sistina em Roma

Nesse tour mais do que especial você também terá acesso a ambientes raramente abertos ao público como a escada de Bramante, à Capela Nicolina e ao chamado Gabinetto delle Maschere, decorada com mosaicos provenientes da Villa Adriana em Tivoli.

Capela Sistina em Roma

Quando Michelangelo Buonarroti foi chamado para decorar o teto da capela ele tinha apenas 33 anos de idade e nenhuma experiência como pintor. Era conhecido como escultor e nunca tinha se dedicado ao afresco, a técnica que prevê a pintura sobre paredes ou tetos de gesso revestidas com argamassa ainda fresca.

Capela Sistina em Roma

A construção da capela começou em 1474 sob ordens do Papa Sisto IV della Rovere (daí deriva o seu nome). Era um momento histórico complicado para a igreja católica por causa de corrupção interna, divisões e da prepotência de estados estrangeiros. O pontífice desejava restituir ao Vaticano toda a sua magnificência e reformar a já existente Capella Magna.

Capela Sistina em Roma

Contratou os melhores artistas da época, como o quarteto formado por Sandro Botticelli, Domenico Ghirlandaio (o maestro ou professor de Michelangelo), Luca Signorelli e Cosimo Rosseli, da chamada escola toscana, e a dupla Perugino e Pinturicchio, da escola umbra.

Capela Sistina em Roma

As paredes laterais da Capela Sistina ainda hoje são idênticas aquelas realizadas no período de sua realização: três faixas horizontais. Aquela inferior é decorada com afrescos de tecidos adamascados. A do meio com pinturas que representam a vida de Moisés e aquela superior com imagens dos pontífices.

Capela Sistina em Roma

O que difere da capela original é a parede do altar, pintada inicialmente pelo Perugino, e o teto, que antes era um céu azul com estrelas douradas realizado pelo artista Piermatteo d´Amelio. Ambos foram substituídos pelas obras de Michelangelo que hoje atraem multidões.

Capela Sistina em Roma

Foi em 1508 que o sucessor e sobrinho de Sisto IV, Giulio II della Rovere, encarregou Michelangelo de decorar o teto da Capela Sistina. O desafio era recobrir uma superfície de 700 metros quadrados. Uma missão que o artista cumpriu depois de quatro anos de árduo trabalho, traduzindo em imagens os episódios narrados no livro da Gênesis. Quatro anos trabalhando sobre andaimes, com a coluna e o pescoço curvados para desenhar 300 figuras dinâmicas e potentes que quase parecem impressas em 3D.

Capela Sistina em Roma

Históricos dizem que na época existia uma rivalidade saudável entre Rafael, autor de A escola de Atenas, também a pedido de Giulio II, e Michelangelo. O artista teria sido provocado por Rafael e se sentido “obrigado” a superar o seu próprio talento, dando o melhor de si na pintura. Alguém duvida que ele superou brilhantemente a sua missão?

Para decorar o teto ele começa com as pinturas que representam O Dilúvio Universal, mas percebe que algo estava errado porque suas figuras eram pequenas demais para serem observadas por quem estava no chão, a 21 metros de distância, quase como um prédio de sete andares. Olhando com atenção o teto você notará que nas demais cenas os personagens são bem maiores.

Poderíamos passar horas observando os detalhes do teto e a maravilha de sua cena mais famosa: A criação de Adão. Deus envolvido em uma nuvem, cercado de anjos de olhar intenso, que presenteia Adão com uma faísca de vida. Os dedos indicadores que parecem tão próximos e, metaforicamente, tão distantes.

Um detalhe curioso é que, com o tempo, logo depois da morte de Michelangelo, uma rachadura estragou as imagens das falanges dos personagens, que foram restauradas por Domenico Carnevale.O teto da Capela Sistina foi finalizado em 31 de outubro de 1512 e, naquela ocasião, o Papa organizou um banquete.

Capela Sistina em Roma

O efeito tridimensional da pintura de Michelangelo é ainda mais evidente em O Juízo Final, realizado pelo artista aos 57 anos de idade sobre a parede de 180 metros quadrados do altar da capela. Corpos nús (mais tarde, em parte recobertos), musculosos, anjos sem asas (uma novidade para a época), rostos desesperados de condenados ao inferno e beatos destinados ao paraíso transportados em um vórtice de fundo azul lápis-lazúli.

Você sabe por que o artista só usou essa cor em O Juízo Final e não no teto, onde preferiu o uso de  outros pigmentos? Porque era um produto raro e caro e durante a realização do teto ele mesmo deveria pagar o custo de seu material de trabalho, Já durante O Juízo Final, essas despesas foram cobertas pelo Papa.

Capela Sistina em Roma

Era 1534 quando o papa Clemente VII (que não chegou a ver a obra concluída) convida Michelangelo a realizar O Juízo Final. São mais de 400 figuras realizadas em cerca de cinco anos.Uma cena de tensão extrema onde São Pedro devolve a Cristo as chaves da igreja, a Virgem parece intimidada, demônios com garras empurram almas no abisso, trombetas anunciam o momento decisivo e todos parecem pairar no ar enquanto aguardam o próprio destino.

fonte: post-italy.com

 

Ritz-Carlton revela interior de suítes dos seus novos iates

Ritz-Carlton revela interior de suítes dos seus novos iates

Projeto da embarcação do Ritz-Carlton Yacht Collection
Projeto da embarcação do Ritz-Carlton Yacht Collection

A Ritz-Carlton revelou imagens do interior das suítes que estarão disponíveis nos seus três futuros iates. A primeira embarcação da chamada Yacht Collection será entregue em 2020 e terá 149 quartos, todos com varandas privativas, divididos em seis categorias: Owners, View, Loft, Grand, Signature e Terrace.

De acordo com a rede hoteleira, viagens de luxo serão oferecidas em roteiros que consideram o Caribe, o Mar Mediterrâneo e o Norte da Europa.

A primeira delas está marcada para 5 de fevereiro, com saída de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, e paradas por cidades como Santo Domingo (República Dominicana), San Juan (Porto Rico), Terre-de-Haut (Guadalupe) e Bridgetown (Barbados).

Confira imagens do projeto Yacht Collection:

Suíte Loft do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte View do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Grand do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Grand do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Signature do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Signature do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Owners do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Terrace do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Owners do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Loft do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte View do Ritz-Carlton Yacht Collection
fonte: panrotas.com.br

Brasileiros querem acomodações ‘fora do tradicional’ em 2019

Brasileiros querem acomodações fora do tradicional 

Divulgação/ Relais & Chateaux

Hospedagem para se reconectar com a natureza é uma das tendências

Hospedagem para se reconectar com a natureza é uma das tendências

Cerca de um terço dos viajantes brasileiros (40%) pretende se hospedar em uma acomodação “não-tradicional” em 2019, incluindo casas, apartamentos, chalés e vilas, de acordo com pesquisa da Booking.com. A pesquisa foi realizada com 53,4 mil participantes de 31 mercados.

Além disso, há uma sensação de melhor custo-benefício desses turistas ao optar por outros tipos de hospedagem e 52% veem como incentivo conhecer destinos que ainda não foram explorados.

“Vemos uma tendência evidente entre os viajantes: eles querem experimentar acomodações únicas, e nós sabemos que a acomodação perfeita pode ser diferente para cada um”, afirma o vice-presidente da Booking.com, Olivier Grémillon.

TENDÊNCIAS

A agência on-line observou que meios de hospedagem como cabanas ou casas de campo, para se reconectar com a natureza, são uma tendência em expansão. Diante disso, mais de um terço (35%) dos viajantes brasileiros planeja se hospedar em uma destas acomodações neste ano.

No entanto, os viajantes não querem apenas inspiração, mas também impressionar os amigos, buscando acomodações alternativas para expressar sua individualidade. O estudo aponta que 29% deles afirmam que gostariam de uma acomodação exclusiva, que faça com que eles pareçam lançadores de tendências.

Viver como um morador local também é fundamental para pouco mais da metade (54%) dos viajantes brasileiros, pois este grupo acredita que, se ficar hospedado em uma acomodação de estilo residencial, conseguirá ver regiões de uma cidade ou partes de um país que poderiam não ter conhecido.

Fonte Panrotas.com

Como se recuperar do jet lag sem café e outros macetes de viagem

Como se recuperar do jet lag sem café e outros macetes de viagem

Se você viaja muito de avião e faz voos longos, é bom ficar de olho nestas dicas

A curadora e diretora de criação Ximena Caminos foi criada em Buenos Aires, onde trabalhou no Museu de Arte Latino-Americana de Bueno Aires (Malba) antes de partir para uma parceria pessoal e profissional com o agora ex-marido Alan Faena.

Juntos, eles planejaram os hotéis homônimos dele na Argentina e em Miami Beach; o foco de Ximena era consolidar a credibilidade dos complexos no mundo da arte por meio de exposições, encomendas específicas para o local e centros culturais dedicados. Ximena foi a força motriz por trás do centro de artes Faena Forum, em Miami, inaugurado com bastante alarde há dois anos durante o Art Basel Miami Beach. (Ela continua dando consultoria a Faena).

Como alguém que viaja mais de 600 mil quilômetros por ano de avião, Ximena é devota da American Airlines e faz parte do grupo de ultraelite da empresa, o Concierge Key. “Recebo muitos benefícios por isso”, diz. “E uso bastante.”

Ela mora em Miami com os filhos. A seguir, algumas de suas dicas de viagem.

Eu viajo para todos os lugares com erva-mate. Nós, argentinos, somos realmente viciados em mate; é a nossa versão do chá verde, uma infusão que pode ser tomada o dia todo e que te deixa ativo. Eu tomo especificamente na parte da manhã – assim como os americanos e europeus tomam café -, mas o café te causa tremores e dura pouco, gera um impulso de apenas 20 minutos.

O mate não agride o estômago e te mantém acordado, mas sem tremores. Eu preparo uma versão especial própria, às vezes com folhas de coca que trago de contrabando da Colômbia, e de camomila com um pouco de mel, então acaba sendo 70 por cento mate. É um ritual, trago minhas próprias cuias e bombas, que são aqueles canudos de metal. E até mesmo uma garrafa térmica que comprei na Islândia, da Laken. Se você pede uma garrafa térmica emprestada no hotel, normalmente vem com aroma de café.

Vale a pena não planejar com antecedência

Para mim, viajar é quebrar a rotina, já que no resto do ano você realmente precisa trabalhar duro. Eu nunca compro passagem com antecedência. Costumo mudar tanto as datas que acaba saindo mais caro [pagar multas por mudança] do que comprar em cima da hora. Além disso, quando se compra de última hora, também é possível conseguir vantagens incríveis. Descobri que muitas vezes dá para conseguir ótimas ofertas nas últimas 24 horas antes de uma viagem. Somos escravos do tempo, do relógio, de nossas obrigações, da rotina. Essa rotina esteriliza sua mente.

Quer conhecer uma cidade de verdade? Use Jorge Luis Borges como guia turístico

Tem uma frase de Borges que sempre me impactou quando era adolescente. Diz assim: “para realmente conhecer uma cidade, é preciso perder-se nela”. Eu gosto dessa brincadeira. Há uma sensação de admiração. Acho que se perder te abre mais, porque você presta mais atenção. Se sabe que vai daqui para lá, você se concentra no caminho, no mapa, não no território. Mas quando você está perdido, você analisa o território.

A última vez que me perdi? Eu peguei meu filho Noah, de 8 anos, quando estávamos em Tóquio. Eu disse a ele: “vamos nos perder”. Então, entramos no metrô e pegamos um trem por uma hora, depois descemos onde queríamos, no bairro mais estranho que se possa imaginar, chamado Shimokitazawa. Era uma área comercial de baixo padrão com muitos lugares de moda retrô e galerias. Foi muito divertido e acabamos comprando uma camisa superlegal.