Experiência única e inesquecível. Acesso exclusivo à Capela Sistina

Experiência única e inesquecível. Acesso exclusivo à Capela Sistina

Se o que levamos dessa vida são experiências e não objetos materiais, ter a chance de visitar a Capela Sistina quando suas portas já foram fechadas ao público é algo inesquecível.

Capela Sistina em Roma

Visitar os Museus Vaticanos e a Capela Sistina exige tempo e paciência. Mesmo comprando antecipadamente os seus ingressos considere que, todos os dias, o complexo recebe cerca de 26 mil visitantes. Turistas provenientes de várias partes do mundo em busca da beleza da arte italiana.

Capela Sistina em Roma

Atravessando seus corredores e galerias, os olhos e o peito se enchem de emoção. Fica difícil absorver tantas informações e, quando finalmente chegamos na Capela Sistina, o coração acelera diante da genialidade humana.

Capela Sistina em Roma

Espremidos entre centenas de outros mortais, erguemos o olhar para admirar o teto e o afresco do Juízo Final, enquanto vigias, como em uma cantilena, repetem  aquele som de “shiii” na tentativa de pedir silêncio. Estamos sempre no interior de uma capela, mas no meio da multidão a fronteira entre sacro e profano é sutil e perdemos parte de sua atmosfera onírica.

Imagine então a chance exclusiva de visitar a Capela Sistina em silêncio, na companhia de um grupo restrito, e poder contemplar as obras-primas de Michelangelo e de outros artistas, sem distrações.

Capela Sistina em Roma

Nesse tour mais do que especial você também terá acesso a ambientes raramente abertos ao público como a escada de Bramante, à Capela Nicolina e ao chamado Gabinetto delle Maschere, decorada com mosaicos provenientes da Villa Adriana em Tivoli.

Capela Sistina em Roma

Quando Michelangelo Buonarroti foi chamado para decorar o teto da capela ele tinha apenas 33 anos de idade e nenhuma experiência como pintor. Era conhecido como escultor e nunca tinha se dedicado ao afresco, a técnica que prevê a pintura sobre paredes ou tetos de gesso revestidas com argamassa ainda fresca.

Capela Sistina em Roma

A construção da capela começou em 1474 sob ordens do Papa Sisto IV della Rovere (daí deriva o seu nome). Era um momento histórico complicado para a igreja católica por causa de corrupção interna, divisões e da prepotência de estados estrangeiros. O pontífice desejava restituir ao Vaticano toda a sua magnificência e reformar a já existente Capella Magna.

Capela Sistina em Roma

Contratou os melhores artistas da época, como o quarteto formado por Sandro Botticelli, Domenico Ghirlandaio (o maestro ou professor de Michelangelo), Luca Signorelli e Cosimo Rosseli, da chamada escola toscana, e a dupla Perugino e Pinturicchio, da escola umbra.

Capela Sistina em Roma

As paredes laterais da Capela Sistina ainda hoje são idênticas aquelas realizadas no período de sua realização: três faixas horizontais. Aquela inferior é decorada com afrescos de tecidos adamascados. A do meio com pinturas que representam a vida de Moisés e aquela superior com imagens dos pontífices.

Capela Sistina em Roma

O que difere da capela original é a parede do altar, pintada inicialmente pelo Perugino, e o teto, que antes era um céu azul com estrelas douradas realizado pelo artista Piermatteo d´Amelio. Ambos foram substituídos pelas obras de Michelangelo que hoje atraem multidões.

Capela Sistina em Roma

Foi em 1508 que o sucessor e sobrinho de Sisto IV, Giulio II della Rovere, encarregou Michelangelo de decorar o teto da Capela Sistina. O desafio era recobrir uma superfície de 700 metros quadrados. Uma missão que o artista cumpriu depois de quatro anos de árduo trabalho, traduzindo em imagens os episódios narrados no livro da Gênesis. Quatro anos trabalhando sobre andaimes, com a coluna e o pescoço curvados para desenhar 300 figuras dinâmicas e potentes que quase parecem impressas em 3D.

Capela Sistina em Roma

Históricos dizem que na época existia uma rivalidade saudável entre Rafael, autor de A escola de Atenas, também a pedido de Giulio II, e Michelangelo. O artista teria sido provocado por Rafael e se sentido “obrigado” a superar o seu próprio talento, dando o melhor de si na pintura. Alguém duvida que ele superou brilhantemente a sua missão?

Para decorar o teto ele começa com as pinturas que representam O Dilúvio Universal, mas percebe que algo estava errado porque suas figuras eram pequenas demais para serem observadas por quem estava no chão, a 21 metros de distância, quase como um prédio de sete andares. Olhando com atenção o teto você notará que nas demais cenas os personagens são bem maiores.

Poderíamos passar horas observando os detalhes do teto e a maravilha de sua cena mais famosa: A criação de Adão. Deus envolvido em uma nuvem, cercado de anjos de olhar intenso, que presenteia Adão com uma faísca de vida. Os dedos indicadores que parecem tão próximos e, metaforicamente, tão distantes.

Um detalhe curioso é que, com o tempo, logo depois da morte de Michelangelo, uma rachadura estragou as imagens das falanges dos personagens, que foram restauradas por Domenico Carnevale.O teto da Capela Sistina foi finalizado em 31 de outubro de 1512 e, naquela ocasião, o Papa organizou um banquete.

Capela Sistina em Roma

O efeito tridimensional da pintura de Michelangelo é ainda mais evidente em O Juízo Final, realizado pelo artista aos 57 anos de idade sobre a parede de 180 metros quadrados do altar da capela. Corpos nús (mais tarde, em parte recobertos), musculosos, anjos sem asas (uma novidade para a época), rostos desesperados de condenados ao inferno e beatos destinados ao paraíso transportados em um vórtice de fundo azul lápis-lazúli.

Você sabe por que o artista só usou essa cor em O Juízo Final e não no teto, onde preferiu o uso de  outros pigmentos? Porque era um produto raro e caro e durante a realização do teto ele mesmo deveria pagar o custo de seu material de trabalho, Já durante O Juízo Final, essas despesas foram cobertas pelo Papa.

Capela Sistina em Roma

Era 1534 quando o papa Clemente VII (que não chegou a ver a obra concluída) convida Michelangelo a realizar O Juízo Final. São mais de 400 figuras realizadas em cerca de cinco anos.Uma cena de tensão extrema onde São Pedro devolve a Cristo as chaves da igreja, a Virgem parece intimidada, demônios com garras empurram almas no abisso, trombetas anunciam o momento decisivo e todos parecem pairar no ar enquanto aguardam o próprio destino.

fonte: post-italy.com

 

Ritz-Carlton revela interior de suítes dos seus novos iates

Ritz-Carlton revela interior de suítes dos seus novos iates

Projeto da embarcação do Ritz-Carlton Yacht Collection
Projeto da embarcação do Ritz-Carlton Yacht Collection

A Ritz-Carlton revelou imagens do interior das suítes que estarão disponíveis nos seus três futuros iates. A primeira embarcação da chamada Yacht Collection será entregue em 2020 e terá 149 quartos, todos com varandas privativas, divididos em seis categorias: Owners, View, Loft, Grand, Signature e Terrace.

De acordo com a rede hoteleira, viagens de luxo serão oferecidas em roteiros que consideram o Caribe, o Mar Mediterrâneo e o Norte da Europa.

A primeira delas está marcada para 5 de fevereiro, com saída de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, e paradas por cidades como Santo Domingo (República Dominicana), San Juan (Porto Rico), Terre-de-Haut (Guadalupe) e Bridgetown (Barbados).

Confira imagens do projeto Yacht Collection:

Suíte Loft do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte View do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Grand do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Grand do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Signature do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Signature do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Owners do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Terrace do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Owners do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte Loft do Ritz-Carlton Yacht Collection
Suíte View do Ritz-Carlton Yacht Collection
fonte: panrotas.com.br