Empresas on-line enganam viajantes, diz estudo

2/3 de empresas on-line enganam viajantes, diz estudo

Divulgação/Pixabay

O uso de artifícios ilegais tem causado reprovação dos consumidores de viagens europeus

O uso de artifícios ilegais tem causado reprovação dos consumidores de viagens europeus

Comprar viagens pela internet tem lá suas vantagens. A praticidade de acessar uma infinidade de produtos, comprar em poucos cliques e pagar on-line são apenas algumas das praticidades oferecidas on-line.

Mas nem tudo é tão fácil quanto parece. Um levantamento da Comissão Europeia e de autoridades de proteção ao consumidor revela que empresas do continente têm crescido não só em vendas, mas também em reclamações de clientes.

Uma triagem feita em 352 sites de reservas on-line e de comparação de preços de 28 países da Europa em outubro de 2016 revelou que 235 companhias, ou dois terços, apresentaram irregularidades nos valores.

Para se ter uma ideia, é comum, de acordo com o órgão, “maquiar” a compra ao colocar elementos adicionais nas tarifas durante o processo sem informar o consumidor de tal alteração. Ou ainda, essas empresas são acusadas de oferecer promoções não correspondentes a serviços disponíveis.

Os nomes das companhias não são relevados, no entanto, o estudo garante que a “maioria” pertence ao setor de viagens. “Eles precisam respeitar as leis do consumidor europeias, assim como um agente de viagens o faz. Os clientes precisam da mesma proteção on-line e off-line”, destacou a encarregada de Justiça, Consumidores e Igualdade de Gênero, Vera Jourová.

Entre as práticas adotadas, 32,1% traz discordâncias entre os preços apresentados no início e fim da compra. Em 30,1% dos sites, o cálculo do total da compra não era 100% fidedigno. Ainda, as empresas virtuais aparentemente divulgaram ofertas consideradas escassas, algo como “restam apenas dois” ou “disponível somente hoje”, sem especificar se essa falta era aplicada estritamente ao seu endereço on-line.

O passo seguinte a ser tomado é exigir de todas as 235 empresas a correção das irregularidades apresentadas. O tempo determinado para a ação, porém, não foi revelado pela autoridade.

fonte: panrotas.com
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Índia torna obrigatória presença de brasileiro para visto

Índia torna obrigatória presença de brasileiro para visto

Dreamstime

O pedido de visto para a Índia passou por alterações. Desde ontem (17), é obrigatória a presença de todo solicitante na Embaixada da Índia em Brasília para a coleta de dados biométricos, segundo informou uma fonte ao Portal PANROTAS.

A Embaixada atenderá residentes dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. Já os moradores de São Paulo e Rio de Janeiro irão fazer a coleta dos dados biométricos em seus respectivos consulados.

Além do procedimento usual, que inclui documentos e fotos, o turista de lazer têm de levar um certificado internacional de vacina contra febre amarela.

O novo procedimento entra em vigor no momento em que o Brasil estuda a possibilidade de isentar os vistos para indianos, segundo revelou a Embratur. A reportagem tentou entrar em contato com a Embaixada e o Consulado da Índia, mas não teve respostas até a publicação desta matéria.

fonte: panrotas.com

Eleven Madison Park é eleito melhor restaurante do mundo

O único brasileiro da lista dos 50 melhores do mundo é o D.O.M., de Alex Atala, que ficou com a 16ª posição

O restaurante Eleven Madison Park, do chef Daniel Humm, em Nova York, ficou com o primeiro lugar na lista dos 50 melhores do mundo elaborada pela revista britânica “The Restaurant” e divulgada nesta quarta-feira.

Nova-iorquino Eleven Madison Park é eleito melhor restaurante do mundo por revista britânica
Nova-iorquino Eleven Madison Park é eleito melhor restaurante do mundo por revista britânica

Foto: Divulgação

O italiano Osteria Francescana, de Massimo Bottura, perdeu uma posição e ficou com o segundo lugar, enquanto o espanhol El Celler de Can Roca levou a terceira colocação.

O único brasileiro da lista dos 50 melhores do mundo é o D.O.M., de Alex Atala. O restaurante, localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo, ficou na 16ª posição.

  

No último dia 28, a revista tinha divulgado a segunda metade da lista, com os restaurantes que ficaram entre as posições 51 e 100. Nela apareceram o carioca Lasai, do chef Rafael Costa e Silva (76º lugar); o paulista Maní, da chef Helena Rizzo, (81º) e o também carioca Olympe, de Claude Troisgros, (100º).

Nesta quarta-feira, o peruano Virgilio Martinez também levou o prêmio “The 2017 Chefs Choice Awards”, patrocinado pela cervejaria Estrella Damm, e seu restaurante Central, em Lima, foi eleito o melhor da América do Sul. Já El Celler de Can Roca, dos irmãos Rocha, ganhou o prêmio “The Ferrari Trento Art of Hospitality 2017”.

A “The Restaurant” realiza anualmente a escolha dos melhores restaurante do mundo através de um levantamento entre chefs, restaurantes e críticos gastronômicos.

Fonte: Terra