Música em Trancoso 2016 terá streaming ao vivo e rock no palco

 

O teatro L'

Com uma estimativa de receber mais de 8 mil pessoas ao longo de oito dias, o festival Música em Trancoso exibirá, pela primeira vez, as apresentações musicais do teatro L’Occitane via streaming no site do evento. A meta é atingir 10 milhões de espectadores online em todo o mundo.

A atração mais aguardada para 2016 é o músico americano Bobby McFerrin, que vai se apresentar duas vezes. Na primeira, no dia 5 de março de 2016, é destaque da noite Bobby McFerrin Meets Brazil, quando irá reger a Orquestra Experimental de Repertório de São Paulo. No dia 7 de março, ele será acompanhado ao piano por Cesar Camargo Mariano – que comanda a tradicional soirée “Bossa Nova” desde a primeira edição do festival – e sua banda composta por grandes instrumentistas da música brasileira.

E ainda tem mais novidade: depois de misturar música clássica com o samba e o tango em 2015, o Música em Trancoso 2016 surpreende ao levar o rock para o palco. No encerramento do festival, no dia em 12 de março, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais será regida pelo maestro Wolfgang Roese e acompanhada pela Banda Rock Symphony.

Amantes da música já podem começar a se programar: os ingressos para a 5ª edição do Festival Música em Trancoso, que acontece de 5 a 12 de março de 2016, começam a ser vendidos online nesta terça-feira. A entrada custa R$ 120 por noite (quantidade limitada). Para adquirir, basta acessar o site www.musicaemtrancoso.org.br.

Fonte:Glamurama

Trilha “Caminho dos Deuses” coloca turista nos céus da Costa Amalfitana

  • Turista cruza o "Caminho dos Deuses", na Costa Amalfitana

    Turista cruza o “Caminho dos Deuses”, na Costa Amalfitana

A Costa Amalfitana, no sul da Itália, é um destino perfeito para quem gosta de passar as férias deitado sobre lindas praias, fazendo pouco mais do que tomar sol e curtir uma boa gastronomia.

Mas a região também oferece uma opção para quem quiser colocar o esqueleto para se mexer. Trata-se da trilha “Sentiero Degli Dei” (“Caminho dos Deuses”), cujo nome não é exagero: o percurso, que se estende entre as localidades de Agerola e Positano, leva o turista para cima das montanhas que ficam ao lado da orla amalfitana, oferecendo lindas visões aéreas das vilas da área e do mar Tirreno.

As caminhadas pela trilha duram cerca de três horas, passam pelas famosas plantações de limão dessa região da Itália e chegam a oferecer vista até para a ilha de Capri. Conventos antigos isolados quase no meio do nada também surgem no roteiro.

Karlis Dambrans/Creative Commons

A trilha cruza 7 km nas montanhas de uma das mais belas regiões da Itália

O “Sentiero degli Dei” tem cerca de 8 quilômetros de extensão, chega a 650 metros sobre o nível do mar e é cheio de subidas e descidas: é preciso estar em boa forma física para percorrê-lo. Pessoas com vertigem também podem se sentir desconfortáveis, visto que a trilha passa ao lado de algumas encostas íngremes.

Mas o esforço vale a pena: o “Caminho dos Deuses” é a chance que o turista tem de ver a Costa Amalfitana de um ângulo diferente, onde as praias são apenas um dos componentes de uma região recheada de montanhas verdejantes e paisagens bucólicas.

O começo do caminho, em Agerola, é facilmente acessível a partir de locais turísticos como Positano e Amalfi.

Karlis Dambrans/Creative Commons

A natureza da Costa Amalfitana vista do “Caminho dos Deuses”

Fonte:UOL

No interior do Alasca, turistas desafiam a sorte para ver ursos de perto

 

No Alasca, turistas se arriscam para chegar perto de ursos.

Urso espera por peixe dentro das águas do rio Brooks, no Parque Nacional de Katmai, no Alasca Mark Meyer/The New York ­Times­)

O Parque Nacional de Katmai se estende por 1,61 milhão de hectares no sul do Alasca. Mas então por que permite que apenas 60 pessoas acampem por lá por noite, limite esse que causa um verdadeiro frenesi online em janeiro, na hora de fazer as reservas?

A resposta é uma de suas maiores atrações e a razão de ter alcançado fama nacional: os ursos. Um monte deles, cerca de 2.200 pela última contagem do Serviço Nacional de Parques, com 60 e poucos sendo frequentadores assíduos do Brooks Camp todo o verão.

Em teoria, você pode montar sua barraca em qualquer lugar em Katmai, mas o espaço é protegido por uma cerca elétrica e tem atividade constante, o que faz com que seja mais difícil dar de cara com um deles tão perto a ponto de perder o sono.

No início de 2014, quando completava um ano como moradora permanente do Alasca, comecei a pensar em passar algum tempo por lá, há tempos considerado o melhor ponto de observação dos ursos. As vagas para julho – alta temporada, quando é possível ver os animais pescando, estabelecendo a hierarquia local e praticando sua versão de azaração (os machos podem ser terríveis) – podem ser reservadas até cinco de janeiro e desaparecem rapidinho.

Por isso, no início de maio, tendo perdido a oportunidade, já tinha desistido completamente da ideia, resignando-me a passar outra temporada assistindo aos bichos via webcam.

Mark Meyer/The New York ­Times­)

No Parque Nacional, os turistas devem manter uma distância segura dos ursos

Em funcionamento desde julho de 2012, as câmeras de Katmai, instaladas pelo Explore.org (há quatro só nas áreas em que os ursos pescam) transformaram os animais em celebridades das redes sociais e, para a maioria de seus seguidores fiéis, o maior incentivo para embarcar em um hidroavião até Brooks, para onde dezenas voltam todo verão, em busca do salmão no rio de mesmo nome (volume aqui é a palavra de ordem: até novembro, quando começam a se preparar para o longo período de hibernação, os machos chegam a pesar 450 kg ou mais).

A linha do tempo do meu perfil no Facebook há semanas estava lotada de notícias sobre os animais: eram amigos de todas as partes do país querendo saber se o 32, também conhecido como Chunk, tinha melhorado sua técnica de pescaria ou se o 814, ou Lurch, ia ficar mais calminho este ano ou continuar a intimidar os outros e espantá-los de seus pontos de pesca favoritos. Sem contar que as imagens em tempo real interromperam várias horas do meu trabalho também.

Acampando no Parque Nacional Denali, um conhecido, do nada, me fez uma oferta quase milagrosa: “Fiz duas reservas para Brooks em julho, mas a gente não vai poder ir. Está a fim? Acho que foi uns US$50”. Convidei minha amiga Tara Stevens, pescadora experiente de Anchorage, para me fazer companhia, e lá fomos nós. A experiência virtual finalmente se tornaria realidade.

Natureza selvagem
Depois do voo pela Alaska Airlines de Anchorage para a cidadezinha de King Salmon, pegamos nossas malas lotadas de todo tipo de roupa grossa, proteção contra chuva, equipamento para acampar e cozinhar e comida e seguimos para o escritório da Katmai Air Service, para pegar o voo para Brooks, situado na confluência do Lago Naknek com o rio Brooks.

Depois da pesagem – usando o hidroavião no Alaska, você se acostuma com o pessoal pedindo para que suba na balança – não demorou para nos vermos subindo, em direção ao céu, em um de Havilland Otter azul e branco de 1962, seu único motor, barulhento, impedindo qualquer conversa.

Havia grossas nuvens e até as áreas mais verdes lá embaixo pareciam meio cinzentas. As cores surgiam furtivas, aqui e ali, nos telhados verdes de um pequeno núcleo de construções ou no rio azul-esverdeado pálido que corria pela paisagem melancólica.

Mark Meyer/The New York ­Times­)

Vista aérea do Parque Nacional de Katmai, no Alasca

Vinte minutos depois, pousamos no Lago Naknek, com o avião sacolejando na flutuação rumo à praia coberta de pedaços de madeira e aos funcionários do acampamento que nos aguardavam. Todo mundo no avião, que leva até dez passageiros, estava empolgado no início de nossa aventura de verão e também nos primeiros momentos no acampamento.

Fomos dirigidos ao centro de visitantes para conhecer o “Código de Etiqueta da Escola de Ursos de Brooks”, destinado a manter a coexistência pacífica entre os visitantes e os animais. A orientação começou com um filme de dez minutos. As roupas e os cabelos eram deliciosamente ultrapassados, mas as instruções ainda valiam: mantenha-se a 50 metros de todos os ursos, 100 metros se for uma fêmea com filhote. Se ele se aproximar, afaste-se.

Nas caminhadas, fique alerta e faça barulho – falando, batendo palmas – para que os ursos percebam sua presença. Se um deles chegar muito perto, não corra – ele vai pensar que você é uma presa. Fale em tom firme, mas calmo e só então comece a andar devagar. Deixe o urso se movimentar primeiro.

Depois do vídeo, um guarda reforçou os pontos mais importantes, distribuiu os brochinhos que mostravam que tínhamos feito o “curso” e nos dispensou.

Colocamos nossas coisas em um carrinho e seguimos uma trilha direto para o acampamento – que, embora estivesse a pouco mais de 500 metros da sede, deu a impressão de ser muito mais longa. Um bosque cerrado se encontrava à esquerda e, à direita, um trecho de árvores mais esparsas bloqueava a vista da praia onde, como foi tão enfatizado, os ursos gostam de passear.

“Como é que ninguém foi atacado aqui?”, perguntou Tara. Continuamos conversando em um tom um pouquinho mais alto que o normal. Pode ser até que tenhamos cantado.

Não demorou muito e nos vimos passando pela cerca elétrica que parecia não ter cacife para afastar nem um gatinho. A tentação de pôr a mão nela era quase irresistível, mas decidi confiar no serviço do parque e me poupar um choque.

Ursos de perto
Barraca montada, pegamos a trilha de volta para jantar na sede. Só que assim que chegamos lá: “Urso no acampamento! Urso no acampamento!” O grito do guarda veio do lado de fora do edifício principal, alertando as pessoas para ficarem lá dentro ou entrarem. As mesas esvaziaram, já que todo mundo correu para as janelas.

Dois ursos marrons, com as longas garras expostas, zanzavam pela área, deram umas voltas a alguns metros da varanda e foram embora. Eu já tinha ficado várias vezes em regiões cheias de ursos, mas a aparição da dupla deixou bem claro que ali quem mandava eram eles. E fiquei ainda mais empolgada por saber que teria duas noites para explorar a área.

Mark Meyer/The New York ­Times­)

Família de ursos é avistada durante passeio pelo Parque Nacional de Katmai

Para se chegar ao mirante em Brooks Falls é preciso atravessar uma ponte de madeira sobre o rio Brooks. Com várias horas de luz natural pela frente, o rio continuava coalhado de pescadores de botas, jogando seus anzóis. Perto dali, um urso se espalhava no chão. Fiquei imaginando se teria coragem de dividir a água com os animais.

A Trilha de Brooks Falls tem 2 km e atravessa uma floresta de abetos e bétulas e parece inteirinha coberta de musgo verde e liquens coloridos. Ao longo do caminho cruzei com um monte de gente que vinha voltando da excursão. Conforme o hidroavião foi embora, Brooks começou a parecer mais isolado e a fazer menos parte da temporada turística de verão.

Os animais, obviamente, não se escondem. Percorremos o passadiço, atravessamos vários portões “à prova de urso” rumo às cachoeiras, o local mais disputado para vê-los, e encontramos vários que não estavam nem aí para as dezenas de pessoas que observavam todos os seus movimentos da plataforma e outros tantos milhares, que os viam através das câmeras.

E vê-los nunca se torna tedioso: é incrível acompanhar os grandalhões pulando (quase sempre sem sucesso) para pegar um salmão ou na parte das “banheiras de água quente”, tranquilos, com a água à sua volta, com o mesmo olhar satisfeito de um cachorro cochilando ao sol.

O pessoal bateu palmas e deu vivas quando um deles pegava um peixe e até quando um salmão conseguiu pular na correnteza. Foi um sacrifício e tanto. O urso 47, conhecido pela pelagem avermelhada nos ombros, uma falha nos pelos da testa e o focinho curto, não demorou a aparecer só para expulsar o coitado que estava na banheira, espantar uns outros que estavam pescando e assumir o controle.

No caminho de volta ao acampamento, estávamos praticamente sós. Quando o último integrante das excursões diárias sai, os guardas abandonam seus postos, deixando os que estão hospedados nos chalés e nas barracas à vontade para pôr em prática o que aprenderam no início da estadia. Caminhar em uma trilha cheia de ursos, porém, acelera o processo de camaradagem entre as pessoas. Nós nos juntamos aos outros, e nos espalhávamos de vez em quando para garantir que não haveria surpresas vindas de nenhuma direção, e voltávamos a tagarelar sem parar.

Um pouco de pesca
No dia seguinte, depois de um passeio ao Vale das Dez Mil Fumaças, um despenhadeiro dramático cheio de cinzas e pedra-pomes, voltamos às plataformas de observação. Foi lá que conheci minha primeira superfã, Pat Nelson de Jackson, Missouri, que ficava sintonizada nas câmeras do parque enquanto via TV em casa. E ela tinha boas notícias: Ted tinha voltado. “O que tem a cicatriz. Esse é o Ted. Ele é mais velho. O pessoal achava que ele não ia sobreviver ao inverno”, disse ela.

Mark Meyer/The New York ­Times­)

Urso agarra seu almoço em rio do Parque Nacional de Katmai, no Alasca

Caía uma chuva fina. Um homem usava um poncho do Mickey para se proteger. Foi aí que percebi que tinha que me separar dos menos aventureiros. Tinha que ir pescar.

Na manhã seguinte, nós nos encontramos com nosso guia, Zacari Pacaldo, que trabalhava no acampamento há três anos. Estava dividido entre o amor pela música – ia começar a faculdade no segundo semestre – e a paixão pela pesca.

Depois de calçarmos as botas, seguimos Zacari pelo mato, subindo e descendo a margem irregular até que, finalmente, chegamos ao rio. Durante uma hora pescamos (bom, a Tara pescou; eu só fiz uma tentativa meio atrapalhada) até que, lá estava ele, um urso pardo vindo na nossa direção.

Tenho que admitir que meu coração disparou. Zacari deu um passo à frente, a lata de spray na mão, nós duas mais para trás. Puxamos as linhas e, lentamente, nos afastamos. Ele chegou a uma pequena clareira à nossa frente e depois voltou para a água, correnteza abaixo, sem olhar para o nosso lado sequer uma vez. Eu não me ofendi, afinal ninguém quer ser foco da atenção de um urso (embora fizesse questão, é claro, de que Zacari tirasse uma foto minha com o bichão por perto).

Depois de pescar e ver os animais, arrumamos nossas coisas e percorremos a trilha no caminho inverso. Pegamos o hidroavião com cinco integrantes de uma excursão. Uma mulher que usava um moletom onde havia seu nome estampado, perguntava aos outros o que tinham visto. “Aquela fêmea que caça feito macho…”, começou ela. Tive a impressão de que estava praticando o que falaria para os amigos que acompanhavam as imagens das câmeras ao vivo para incentivá-los a conferir os ursos pessoalmente no próximo verão.

É radical?
A avaliação varia de 1 (não mesmo) a 4 (extremamente).

Isolamento: 3
O Parque nacional Katmai, que inclui Brooks Camp, é acessível apenas por barco ou avião. Para chegar a Brooks saindo de Anchorage, faça conexão em King Salmon, voo que dura uma hora pela Alaska Airlines ou PenAir. De lá, são 20 minutos de hidroavião até Brooks Camp. Há também táxis aéreos saindo de Homer e Kodiak.

Desconforto: 2
Quem gosta de acampar vai achar o camping confortável. Não conhece muita coisa a respeito? Alugue o equipamento em Anchorage. Por causa dos ursos, toda a preparação da comida tem que ser feita em uma área específica. Compre combustível na lojinha local ou dê uma olhada na última prateleira do armário, geralmente há sobras. Se preferir não levar nem comida, nem apetrechos de cozinha, pode comprar as refeições prontas na sede.

Dificuldade física: 2
Os 2km de caminhada até Brooks Falls são fáceis e tem acesso para cadeiras de rodas. Embora a descida – mas principalmente a subida para sair do Vale das Dez Mil Fumaças seja um pouco cansativa, devagar e sempre você chega lá.

Fonte:UOL

Dubai Air Show ultrapassa a marca de US$ 100 bilhões em negócios

fonte:Glamurama

Dubai Air Show

Dubai Air Show Créditos: Divulgação

O Dubai Air Show, que teve início no último domingo e se encerra nesta quinta, já pode ser considerado um sucesso. Apesar da desaceleração da indústria mundial de aviação executiva, o evento, que acontece a cada dois anos e é o maior do gênero no Oriente Médio, foi o palco de grandes negócios que, somados, ultrapassaram a marca de US$ 100 bilhões (R$ 379,1 bilhões).

Presente no evento, a brasileira Embraer apresentou dois de seus modelos mais cobiçados: o Lineage 1000, um jatinho da categoria “ultra-large” com capacidade para até 19 passageiros e preço a partir de US$ 51 milhões (R$ 193,3 milhões); e o Legacy 600, que transporta até 13 passageiros e tem um custo inicial de US$ 29 milhões (R$ 109,9 milhões).

Outro destaque do Air Show foi um Boeing 737-600 convertido em avião de turnê e que já transportou estrelas da música como os Rolling Stones e Lady Gaga. Por ser usado, o avião foi colocado à venda por US$ 15 milhões (R$ 56,9 milhões), cerca de um quarto do custo de um modelo novo. (Por Anderson Antunes)

Legacy 600 (esq.) e Lineagem 1000 da Embraer

Legacy 600 (esq.) e Lineagem 1000 da Embraer Créditos: Divulgação

Fasano terá hotel de luxo nos Estados Unidos

Hotelaria ,

O Fasano está anunciando nova expansão internacional com a abertura do primeiro Hotel Fasano nos Estados Unidos, localizado de frente para praia, no Shore Club de Miami Beach. À frente do projeto está a HFZ Capital Group e a abertura está prevista para o final de 2017.

A nova propriedade será chamada Fasano Hotel and Residences at Shore Club. No projeto estão confirmados 100 quartos do hotel e 75 unidades residenciais, desenvolvidos por Isay Weinfeld, arquiteto e designer brasileiro.

“O Fasano possui tradição inigualável de excelência, em perfeita sintonia à nossa visão de um Shore Club renovado. Estamos felizes em ter o Fasano como parceiro e trazer este estilo único de hotelaria para Miami Beach”, afirma o presidente do HFZ Capital Group, Ziel Feldman. “Atenção aos detalhes sempre foi uma característica do Fasano e nossas propriedades são marcadas pela dedicação e excelência. Estamos animados com a criação do Fasano Shore Club”, adianta o sócio-fundador do Fasano, Rogério Fasano.

Atualmente, a marca opera hotéis líderes no Rio de Janeiro e na Fazenda Boa Vista, hotel de campo no interior de São Paulo. Há também uma propriedade em Punta del Este, no Uruguai, que está fechada para obras e abrirá totalmente reformada em 2017. Além disso, o hotel prepara para 2016 abertura de dois novos empreendimentos: Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, e Belo Horizonte, em Minas Gerais. Em Angra o hotel ficará localizado dentro do Condomínio do Frade. Um dos pontos altos será a diversidade do condomínio, com praia e mata no mesmo lugar.

Fonte:PANROTAS

Parque da Nasa tem simulação de lançamento de foguete e comida de astronauta

Rodrigo Casarin
Colaboração para o UOL, de Cabo Canaveral (EUA)*

Visitantes simulam lançamento e provam comida de astronauta em parque da Nasa

A réplica de um ônibus espacial posicionada na entrada do Kennedy Space Center já diz muito sobre o que o visitante encontrará dentro do parque da Nasa (sigla em inglês para National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço), agência do governo norte-americano responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial .

O Kennedy Space Center, complexo da Nasa em Cabo Canaveral (a cerca de 90km de Orlando), atrai cerca de dois milhões de visitantes por ano. Não é para menos: a atração turística, cheia de interatividade, tem cabines de foguetes, cinemas IMAX, imagens feitas pelo famoso telescópio Hubble e simuladores. Dá até para comprar comida que os tripulantes das naves levam para o espaço ou ainda almoçar (uma refeição “terráquea”, nesse caso) na companhia de um astronauta e de mais uma centena de pessoas – privilégio cujo valor não está incluso no ingresso.

Ao lado da entrada do Kennedy Space Center está o jardim de foguetes, espaço que conta com originais e réplicas dos veículos espaciais. Nele, um dos destaques é o Apollo Saturn 1B, único dos foguetes na horizontal
Ao lado da entrada do Kennedy Space Center está o jardim de foguetes, espaço que conta com originais e réplicas dos veículos espaciais

No KSC, como o lugar também é chamado, foguetes originais ficam ao lado de algumas réplicas, como o enorme Apollo Saturn 1B, usado no projeto Apollo (programa espacial que tinha a Lua como destino). Com cara de museu moderninho, o parque possui prédios com atrações ligadas às diversas missões da Nasa.

Vivendo o lançamento
O “Space Shuttle Atlantis” (“Ônibus Espacial Atlantis”, em português), por exemplo, conta a história do desenvolvimento dos ônibus espaciais, cuja imagem do Atlantis – o mais famoso deles – acoplado a seus foguetes propulsores e ao enorme cilindro laranja de combustível é um dos principais ícones da organização.

Ao entrar neste prédio (que é o mais novo do lugar e foi construído em 2013, resultado de um investimento de US$ 100 milhões), o visitante é encaminhado a uma grande sala, onde assiste a um filme que mistura dramatização com imagens de arquivo para falar sobre a corrida espacial americana. A empreitada levou mais de uma década até conseguir desenvolver o ônibus espacial Atlantis, que fez seu primeiro lançamento em 1985. Na sequência, todos são conduzidos a outro local, cuja decoração simula o ambiente interno de uma espaçonave após o lançamento, enquanto se distancia do nosso planeta rumo ao espaço.

Rodrigo Casarin/UOL

Detalhes do interior do ônibus espacial Atlantis

Depois disso, acontece um dos momentos mais especiais no KSC e que encanta os turistas: aos poucos, surge à frente de todos a própria Atlantis, justamente o veículo que esteve no espaço em mais de 30 oportunidades e foi aposentado em 2011. Exposto ao público, que quase pode tocá-lo, o ícone é cercado por diversos outros instrumentos, simuladores – como o de uma estação espacial onde os visitantes podem se arrastar por tubos enquanto se imaginam astronautas – e reproduções de ambientes dentro de um veículo espacial.

No mesmo prédio há o “Shuttle Launch Experience”, que permite aos visitantes experimentar a sensação de estar dentro de uma nave no momento de seu lançamento. Inclinados a 90º, com as costas paralelas ao chão, todos passam cerca de dois minutos chacoalhando enquanto compreendem como é romper com a estratosfera e alcançar o espaço.

Ali perto também fica um dos espaços mais bonitos do KSC: um memorial destinado aos astronautas que morreram em missões que deram errado, como o acidente com o ônibus espacial Challenger, que explodiu logo após seu lançamento, em 1986. Trata-se de uma das poucas instalações dentro do parque que lembram que a NASA também pode falhar.

Rodrigo Casarin/UOL

Memorial destinado aos pilotos que morreram em missões mal sucedidas

Rodopiando para todas as direções
Outra atração é o “Journey to Mars” (“Jornada a Marte”, em tradução livre), que foi reformulado em maio de 2015. É lá que trabalha a brasileira Lívia Ribeiro, há 18 anos educadora na Nasa. Ela explica que a organização tem investido no desenvolvimento de jovens, a fim de despertar neles o interesse para os programas espaciais. Dentre as ações desenvolvidas estão acampamentos de verão dentro do próprio parque, além de experiências comandadas por astronautas. Em janeiro de 2016, por exemplo, o astronauta brasileiro Marcos Pontes estará por lá para viver um dia ao lado de crianças no “Fly With The Astronaut” (“Voe com o Astronauta”, em português).

Além do complexo principal, as atrações do parque da Nasa também estão espalhadas em outros dois endereços próximos. Ônibus levam os visitantes para um passeio pela região, passando por mais ícones da agência do governo, como o famoso prédio onde os foguetes são construídos e as plataformas de lançamentos. Uma das paradas é no “Apollo Center”, onde é recontada a história das missões que tinham a Lua como destino. Lá, o visitante tem a chance de ver de perto uma pedra lunar e o Saturn V, foguete de mais de 110m de altura – que nunca foi usado, mas impressiona pelo tamanho e imponência.

Rodrigo Casarin/UOL

O espaço das missões Apollo mostra diversos detalhes referentes às jornadas à Lua

Perto dali, também dá para visitar o hall da fama dos astronautas – que em dezembro de 2015 será transferido para o núcleo principal do KSC – e o “Astrounaut Training Experience”, programa destinado a maiores de 14 anos, que proporciona ao visitante experiências que os astronautas têm enquanto treinam para ir ao espaço, como viver na apertada cabine da espaçonave e rodopiar em 360º em um aparelho que deixa qualquer um desnorteado. O que faz falta é uma cabine simuladora de gravidade zero: o que existe ali é apenas um sistema de contrapeso, que proporciona aos visitantes a sensação de que nada lhes atrai para a Terra.

Partindo do porto

Rodrigo Casarin/UOL

O KSC fica localizado em uma região chamada de Florida’s Space Coast (costa espacial da Flórida, em tradução livre), para onde muitos turistas vão principalmente por conta do porto de Cabo Canaveral, um dos mais movimentados do mundo. Cruzeiros temáticos da Disney zarpam de lá, por exemplo. Se embarcar em um navio estiver no roteiro da sua viagem, vale separar um tempo a mais na região para conhecer o parque da Nasa – recomenda-se dois dias para que se aproveite bem tudo o que ele tem a oferecer.

Agora, para quem vai ao porto e tem pouco tempo entre a chegada ao lugar e a partida do navio, há algumas outras atrações que demandam poucas horas para se conhecer. A menos de cinco minutos do terminal de embarque está a Exploration Tower, prédio com sete andares onde funciona um pequeno museu de temas variados, com direito a uma belíssima vista da região. A cerca de 15 minutos de carro, está Ron Jon, a maior loja de surf do mundo, aberta 24 horas, em Cocoa Beach. Rumo ao norte, leva-se 30 minutos para alcançar a cidade de Titusville, onde fica a Playalinda Brewing Company, bar com mais de 20 torneiras de chope e que fabrica sua própria cerveja.

Serviço
Kennedy Space Center
Quanto: a partir de US$ 40 para crianças com menos de 12 anos e de US$ 50 para os demais. Algumas atrações ainda cobram um valor a parte: o almoço com astronauta, por exemplo, sai por US$ 29,99 para adultos e US$ 15,99 para crianças. Já o “Astronaut Training Experience” custa US$ 145 e pode ser feito apenas por maiores de 14 anos (preços consultados em novembro de 2015).
Quando: diariamente, das 9h às 18h (verifique a disponibilidade, pois fecha nos dias de lançamentos)
Onde: SR 405, Cabo Canaveral, Florida 32899
Mais informações: www.kennedyspacecenter.com

Atenção: GRU Airport troca numeração dos terminais

Aviação , Área operacional terá mais 23 mil metros quadrados

Área operacional terá mais 23 mil metros quadrados
A partir do próximo dia 2, os terminais do Aeroporto de Internacional de São Paulo (GRU Airport) ganharão novos números. O objetivo da mudança é estabelecer uma sequência lógica entre os espaços para facilitar a orientação dos passageiros.
Com a troca, o Terminal 4 passa a ser o 1 e, unificados, os atuais Terminais 1 e 2 passam a formar Terminal 2. O Terminal 3 é o único que não sofrerá alterações.

A nova estrutura do aeroporto também inclui a renumeração dos portões de embarque e check-ins. No dia 17 de dezembro, o Terminal 1 terá portões com numeração a partir de 100. O Terminal 2, a partir de 200, e o Terminal 3, de 300. Os mesmos números valem para as esteiras de restituição de bagagens dos seus respectivos terminais.

Enquanto isso, a identificação dos check-ins por terminal ficará desta forma: check-in “A” no Terminal 1, check-ins “B”, “C”, “D” e “E” no Terminal 2 e check-ins “F”, “G” e “H” no Terminal 3.

ADAPTAÇÃO
Todas as sinalizações do complexo aeroportuário, inclusive as placas da rodovia de acesso ao GRU Airport, serão atualizadas para evitar transtornos. De acordo com a organização do local, o projeto é baseado em ouvidorias, sugestões de companhias aéreas, rondas e análise do fluxo de passageiros.

RETROFIT

Uma das principais mudanças no projeto de modernização dos atuais Terminais 1 e 2 é a centralização do embarque doméstico e do setor de raio-X, que começam a operar no dia 2 de dezembro, assim como a nova numeração dos terminais. Vale lembrar que o embarque internacional do Terminal 2 continuará sendo feito pelo mesmo local, até sua transferência para a área centralizada.

A estrutura antiga contava com quatro áreas de embarque, duas em cada terminal, considerando voos domésticos e internacionais. Dentro do novo projeto, todos os viajantes irão acessar a área de embarque por um único local e depois migrar para o portão do seu voo.

Além disso, o retrofit prevê a ampliação de setores-chave do aeroporto, como check-in, restituição de bagagem e saguões de embarque e desembarque. Ao todo, serão acrescentados 23 mil metros quadrados de área operacional e 4,6 mil metros quadrados de áreas de alimentação e lojas. O projeto ainda quer construir a Avenida GRU na área restrita, um ambiente destinado apenas para lojas, restaurantes, bares e com vista para o pátio de aeronaves.

Fonte:PANROTAS

Tours por cervejarias modernas ou milenares vão te deixar com água na boca

 Heineken | Holanda: Em um prédio histórico de Amsterdã fica o museu de uma das principais cervejarias do mundo. A Heineken Experience (www.heinekenexperience.com) é um verdadeiro parque de diversões multimídia, em que o visitante pode, além de conhecer a história da marca, se sentir parte do processo, incluindo um simulador 4D que te coloca no papel da própria bebida.

Carlsberg | Dinamarca: O distrito Valby abriga uma das principais atrações turísticas da capital dinamarquesa. A fábrica que desde 1847 produzia a cerveja Carlsberg, uma das mais populares da Europa, foi convertida em um moderno centro de visitantes. Além de ficar por dentro do processo de produção, e conhecer a história da bebida, o tour ainda passa pela maior coleção de garrafas de cerveja do mundo e um jardim de esculturas. O passeio (www.visitcarlsberg.com), que leva meia hora em média, ainda inclui dois copos de cerveja, o que deixa tudo mais interessante.

 Stella Artois | Bélgica: A 30 km de Bruxelas, a charmosa cidade de Lovaina abriga uma das mais importantes cervejarias do mundo. Com história que data do ano 1366, foi lá que nasceu a mundialmente famosa Stella Artois. No passeio (www.stellaartois.com), além dos detalhes da produção da cerveja, história e tradição, fica por dentro do complexo balanço entre malte e lúpulo que formam diferentes variações da bebida. E para completar, claro, a oportunidade de experimentar essa pilsen fresca, direto da fonte.

 Chimay | Bélgica: Ainda na Bélgica é hora de conhecer outra das famosas cervejas trapistas do país. Na cidade que dá nome à cerveja, monges trapistas fundaram em 1850 a Abadia de Scourmont, mantendo a tradição de produzir cerveja. Apesar de a visita ao interior da abadia ser aberta para o público somente em ocasiões especiais, como na comemoração de 150 anos, o passeio (http://chimay.com) já vale a pena pelos jardins e cemitério que a cercam. Mas para quem quer mesmo saber de cerveja, deve procurar no Auberge de Poteaupré, uma espécie de bar/restaurante mantido pela cervejaria, que serve os produtos da marca, além de queijos da região e refeições. Destaque para a Spéciale Poteaupré, uma cerveja mais leve que as tradicionais trapistas, que só é vendida no bar.

 Weltenburg Abbey | Alemanha: Na margem do segundo maior rio da Europa, o Danúbio, está parte da história da cerveja. O monastério de Wetemburg é uma das cervejarias mais antigas do mundo ainda em funcionamento. O primeiro registo da produção de cerveja é de 1035, quando o obituário aponta a morte do mestre cervejeiro. Somente em um período entre os anos de 1803 a 1846 a produção foi interrompida. A visita (www.weltenburger.de) apresenta a história dos quase mil anos de tradição. Como bônus, o visitante pode ainda conhecer um pouco mais sobre a vida dos monges e desfrutar das belas paisagens da região.

 Weihenstephan Brewery | Alemanha: Com inauguração oficial no ano de 1040, a cervejaria Weihenstephan disputa o posto de mais antiga em funcionamento do mundo. Localizada na região da Baviera, a norte de Munique, hoje é propriedade do governo do estado, que a mantém em parceria com a Universidade Técnica de Munique, garantindo a maestria e tradição na fabricação da cerveja com quase mil anos de história. O tour (weihenstephaner.de) inicia com uma visita ao museu da cerveja, passando pela história da marca, finalizando em uma bem-vinda sessão de degustação.

Kiuchi Brewery | Japão: Com 190 anos de tradição na fabricação de saquê, a Kiuchi se lançou em novas áreas no ano de 1996. O resultado deu tão certo que logo a cerveja Hitachino Nest ganhou popularidade no Japão e em todo mundo. Hoje a fábrica (www.kodawari.cc), localizada na cidade de Naka recebe visitantes interessados no processo de fabricação da cerveja, assim como do saquê. Diferente do que ocorre em outros tours, lá o processo real da fabricação pode ser acompanhado, sem tantos artifícios multimídia. É uma verdadeira aula sobre cervejas, com um guia explicando todos os detalhes da produção e as diferentes técnicas empregadas para cada uma das variedades.

 Guinness | Irlanda: Na cidade em que beber cerveja é parte do estilo de vida e existe um pub em cada esquina, uma das maiores atrações é justamente a fábrica da cerveja escura mais famosa do mundo: a Guinness. O Guinness Storehouse (www.guinness-storehouse.com) fica no prédio que já serviu de fábrica da cerveja (hoje ela é feita ao lado, no St. James Gate Brewery). Durante a visita é possível conhecer a história de mais de 200 anos e o processo de fabricação. O destaque é o Gravity Bar, que proporciona uma visão de 360° da cidade, além de poder se deliciar com pints da famosa Irish Stout.

 SAB | África do Sul: Na maior cervejaria africana fica um dos mais completos tours da lista. Por meio de filmes 3D, hologramas e telas gigantes, a visita (www.worldofbeer.co.za/experiences/category/the-tour) leva a história da cerveja desde a Mesopotâmia até a popularização pelo mundo. O destaque, porém, é o vídeo mostrando o ritual de produção e consumo de cerveja artesanal do povo zulu. Em seguida, uma cuia com um líquido opaco e bastante amargo é passado para os visitantes provarem, simulando o ritual milenar da região. Além de apresentar o processo atual de produção das cervejas da marca, o tour ainda conta um pouco da história do país, com destaque para o apartheid.

Fonte:UOL

%d blogueiros gostam disto: