De Barbados ao Sri Lanka: 10 destinos alternativos para estudar e turistar

 

Partir para uma experiência no exterior, seja para estudar ou vivenciar uma nova realidade, quase sempre envolve os mesmos destinos: EUA, Inglaterra, Irlanda, Austrália ou Nova Zelândia para quem quer aprender inglês, por exemplo. Mas o mundo é grande e não faltam opções para sair da zona de conforto, com a possibilidade de conhecer culturas bem diferentes e sem tantos brasileiros em volta. O UOL Viagem preparou uma lista que lhe ajudará a descobrir um destino diferente de intercâmbio – e onde você também possa fazer roteiros turísticos.

Malta

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O destino vem ganhando popularidade entre os intercambistas – e não é difícil entender por quê. Apesar de ter o maltês como língua principal, a ilha foi colonizada pelos britânicos – o que influenciou bastante a cultura – e praticamente todo mundo domina o inglês.

Pesa a favor também a localização. Parte da União Europeia, fica no mar Mediterrâneo, a um pulo de destinos como Grécia e o sul da Itália. Outro ponto que deve ser levado em consideração é o custo de vida, bem mais acessível que outros países de língua inglesa na Europa. Para completar, o clima é ensolarado e agradável o ano todo, propício para desfrutar as belas praias do país, seja em St. Julians, onde a maioria das escolas está, ou nos principais cartões-postais de Malta, como a ilha de Gozo.

Leia mais em: http://viagem.uol.com.br/noticias/2013/02/26/malta-e-uma-ilha-aconchegante-e-pouco-conhecida.htm

Barbados

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Outro paraíso a ser descoberto pelos estudantes fica na América Central. Com colonização britânica, Barbados tem o inglês como língua oficial. Escolas oferecem cursos que vão de três meses a um ano. É a oportunidade de aprender o idioma e, na hora de relaxar, desfrutar de uma das 60 praias. Conta a favor também o clima hospitaleiro da ilha, que vive basicamente do turismo e, apesar do inglês, esbanja latinidade, com uma sociedade alegre e cheia de vida. Vale ressaltar que o país está fora da rota dos furacões e fica a apenas seis horas de avião de São Paulo.

Cingapura

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Para quem quer mergulhar de cabeça em outra cultura, uma opção é estudar em Cingapura. O país, cujo inglês é uma das línguas oficiais, mistura influências ocidentais, com seus arranha-céus futurísticos, e barraquinhas de artesanatos, casas de chá e feiras de comida de rua. Apesar da grande quantidade de estrangeiros que vivem em Cingapura, poucos falam português. Chineses, indianos e malaios são maioria, deixando ainda mais rica a experiência fora de casa. O país é composto por uma ilha principal e outras 63 menores. Ou seja: há opções de passeio de sobra na folga da escola.

Leia mais em: http://viagem.uol.com.br/guia/cingapura/cingapura/

China

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A busca por aprender o mandarim tem crescido, afinal, o idioma oficial chinês é o mais falado do mundo e vem ganhando importância para quem busca qualificação no mercado de trabalho, já que a China é o principal parceiro econômico do Brasil. São dois os principais destinos para quem quer aprender a língua. A capital Pequim, que se reinventou depois das Olimpíadas de 2008, é cada vez mais receptiva aos turistas, e é viável se comunicar em inglês por lá. Apesar de moderna, ainda guarda suas tradições, seja em templos ou nas barraquinhas de comida de rua. A outra opção para ficar é Xangai. Conhecida como a Nova York chinesa, é a metrópole mais cosmopolita e moderna do país.

Leia mais em: http://viagem.uol.com.br/guia/china/pequim/index.htm

Nepal

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Quem não quer estudar, mas sim fazer um intercâmbio cultural e viver uma experiência diferente no exterior, uma opção é rumar para o exótico Nepal. No pequeno país localizado na cordilheira do Himalaia, famoso por abrigar o ponto mais alto do planeta, o Monte Everest, e por ser local de nascimento do Buda, a alternativa é se envolver em trabalhos voluntários.

As funções incluem auxiliar professores de escolas públicas, ajudar no centro médico infantil, no orfanato ou em atividades de empoderamento das mulheres nepalesas. Só não espere muito descanso em sua temporada no Nepal, que podem ser de duas a 12 semanas. O trabalho é desgastante, podendo requerer de cinco a sete dias por semana, entre quatro e oito horas por dia.

Sri Lanka

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Outra opção de voluntariado em terras estrangeiras é no Sri Lanka. Marcado por uma guerra civil que durou até 2009, hoje o país vive tempos de paz, recebendo turistas com seu povo sorridente e sereno, belos templos budistas e hinduístas, exuberantes florestas e muitas praias. As atividades incluem ajudar no empoderamento das mulheres, cuidar e ensinar crianças e, para quem gosta de esportes, existe também a chance de atuar no desenvolvimento de atletas locais. As atividades se concentram na capital, Colombo, mas também existem alternativas pelos 65 mil km² da ilha localizada ao sul da Índia.

Leia mais em: http://viagem.uol.com.br/noticias/2013/05/23/religiao-e-natureza-mostram-como-o-sri-lanka-se-recupera-da-guerra.htm

Marrocos

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Se o objetivo é aprender francês e Paris é “manjado” demais para você, o caminho pode ser o norte da África. No Marrocos, antiga colônia francesa, este é o segundo idioma falado, depois do árabe. As escolas se concentram principalmente na capital, Rabat. Margeada pelo Oceano Índico e o deserto do Saara, une o antigo, com suas muralhas e os tradicionais mercados de rua, com a modernidade da segunda maior cidade do país, atrás de Casablanca.

Tailândia

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A Tailândia é um dos países mais cobiçados pelos viajantes do mundo. A cosmopolita capital Bangcoc é o centro econômico, politico, cultural e religioso da ilha. Como nas cidades mais desenvolvidas da Ásia, a tradição – com mercados flutuantes e templos budistas – caminha lado a lado com a modernidade de grandes prédios futuristas e intensa vida noturna.

Existem possibilidades desde cursar parte do ensino médio no país, assim como graduação e pós-graduação (sempre ministrados em inglês), ou ainda participar de um dos programas de trabalho voluntário. No tempo livre, vale uma escapada para conhecer suas paradisíacas praias ou provar sua mundialmente renomada gastronomia.

Leia mais em: http://viagem.uol.com.br/guia/tailandia/bancoc/

Bolívia

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Para aprender o espanhol, Sucre, a capital da Bolívia, é uma opção. A cidade declarada Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco é um dos centros universitários do país, com duas universidades (a mais antiga delas, fundada em 1624), dando uma atmosfera jovem ao local.

É recomendado para quem não quer encontrar muitos brasileiros, já que a maioria dos estudantes intercambistas por lá são americanos e europeus. Outra vantagem é que em tempos de alta do dólar, o país ainda é barato em relação ao custo de vida nas grandes capitais brasileiras.

Leia mais em: http://viagem.uol.com.br/guia/bolivia/sucre/

No mar

Divulgação/Semester at sea

Se com tantas opções está difícil escolher o destino de intercâmbio, você pode optar por 11 países ao mesmo tempo, viajando em um cruzeiro do programa Semester at sea (“Semestre no mar”, em tradução livre), que passa por 15 cidades ao redor do planeta.

A viagem parte de San Diego, nos EUA, passa por países como Japão, China, África do Sul e Marrocos e desembarca em Southampton, na Inglaterra. Entre um porto e outro, aulas colocam os alunos em uma imersão em temas como globalização e a cultura dos países inclusos no roteiro. Para participar do programa, os alunos devem estar na universidade e fazer um teste de proficiência na língua inglesa, como TOEFL ou IELTS.

Fonte:UOL

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