Mais de 15 mil baleias visitam o litoral nesta temporada; saiba onde vê-las

Litoral do Brasil recebe mais de 15 mil baleias até novembro

Com início da temporada, mais de 15 mil baleias devem passar pelo litoral brasileiro até o mês de novembro  Sergio Moraes/Reuters
 
 

As férias de julho já estão acabando, mas os maiores visitantes do litoral brasileiro ainda estão longe de deixar o País. Fugindo do frio inverno dos mares da Antártica, as baleias jubarte e franca buscam as águas mais quentes da nossa costa, concentrando-se principalmente nos estados da Bahia e Santa Catarina, por onde ficam até o mês de novembro.

Em seus saltos, as baleias chegam a colocar dois terços de seus corpos de até 16 metros de comprimento para fora da água  Sergio Moraes/Reuters

São esperadas cerca de 15 mil baleias jubarte no litoral brasileiro e 90% delas estarão na região do Parque Nacional Marinho de Abrolhos. A 70 km da costa, nas águas rasas que cercam as cinco ilhas vulcânicas que formam o arquipélago, a espécie encontra as condições ideais para procriar e amamentar os filhotes.

A grande maioria das baleias é da espécie jubarte, que se concentram principalmente no litoral da Bahia  Divulgação/Instituto Baleia Jubarte

A principal porta de acesso a Abrolhos é a cidade de Caravelas (BA). É de lá que saem os barcos que levam os turistas para a observação das jubarte.  O passeio pode ser um bate-volta ou durar mais dias, com os passageiros dormindo a bordo. Outros pontos de saída são: Praia do Forte, Itacaré, Barra Grande, Morro de São Paulo, Porto Seguro, Prado e Cumuruxatiba. Nessas últimas, o tour dura em média quatro horas, vasculhando o mar baiano em busca dos cetáceos.

Cerca de 90% das baleias jubarte que visitam o litoral brasileiro seguem para o arquipélago de Abrolhos, onde encontram condições ideais para reprodução e amamentação dos filhotes

A ilha de Siríba é a única de Abrolhos em que os turistas podem desembarcar, já que as demais permanecem como reserva natural. Nos períodos de maré baixa, uma trilha de 1.600m contorna a ilha, em uma visita à geologia, flora e fauna da região, que é local de desova de um grande número de aves.

Mas é no mar que estão as principais atrações do arquipélago. Além da extensa biodiversidade marinha, com colunas de corais que chegam a 20 metros de altura, conhecidas como chapeirões, nada se compara ao espetáculo apresentado pelas jubarte. Elas saúdam os turistas com acrobacias e saltos em que chegam a expor até dois terços do corpo.

Divulgação/Instituto Baleia Jubarte

Baleia se exibe em frente às ilhas que compõe o arquipélago de Abrolhos

Com até 16m de comprimento e 40 toneladas — peso equivalente a 42 carros populares, as baleias dão à luz filhotes com quatro metros e 1,5 tonelada. Os bebês são amamentados até que tenham condições de rumar de volta ao sul do planeta, para se alimentarem nas águas frias e ricas em alimento que banham a Antártica.

Para não atrapalhar o ciclo dos cetáceos, é importante respeitar os animais e o equilíbrio ecológico da região. Para isso, é fundamental contratar operadoras de turismo capacitadas para lidar com a observação das espécies marinhas. No site do projeto Baleia Jubarte é possível encontrar uma lista de empresas recomendadas.

Centro de visitantes do Instituto Baleia Jubarte na Praia do Forte, litoral norte baiano, ensina aos turistas a importância da preservação das baleias  Divulgação/Instituto Baleia Jubarte

É importante também que os barcos respeitem regras como: não aproximar-se a menos de 100m das baleias; desligar as hélices do barco durante o período de observação; não permanecer mais de 30 minutos próximo às baleias e respeitar o limite de velocidade. As embarcações devem ter sempre um biólogo a bordo, que, além de coletar informações para pesquisas, ajuda a orientar os turistas e tripulantes.

Foi pelo descumprimento de regras como essas que, em 2013, o Ministério Público Federal acatou uma denúncia da ONG Sea Shepherd Brasil, culminando na suspensão de passeios embarcados para avistamento de baleias no litoral de Santa Catarina, na área que compreende a APA Baleia Franca, entre Florianópolis e a cidade de Balneário Rincão. De acordo com a decisão da justiça, a suspensão da atividade deve ser mantida até que sejam feitos estudos de viabilidade ambiental e que haja o licenciamento ambiental da atividade, o que ainda não ocorreu.

A boa notícia, porém, é que isso não impossibilita o avistamento, de terra firme, das baleias franca, conta Eduardo Renault, biólogo do Projeto Baleia Franca (www.baleiafranca.org.br). “Elas costumam ficar na zona de arrebentação, então dá para ver principalmente em Imbituba, com maior incidência nas praias da Ribanceira e Ibiraquera, e na Costa do Embaú”. São esperadas de 100 a 120 baleias franca no litoral brasileiro esse ano, sendo em setembro o pico da temporada de avistamento.

Fonte:UOL

Felipe Floresti

Anúncios

Universal terá atração The Walking Dead no Halloween

Destinos , Área dedicada ao seriado será um dos maiores já criados para o evento (foto divulgação)

Área dedicada ao seriado será um dos maiores já criados para o evento (foto divulgação)
O Halloween Horror Nights, na Universal Orlando, que se inicia em 18 de setembro, anunciou mais uma atração, a “The Walking Dead”.O labirinto do seriado trará uma multidão de monstros e recriará sinistramente as cenas, os cenários e o terror que os visitantes veem nas telas de TVs.

Neste ano, quando o Universal Studios Hollywood apresentar o “The Walking Dead: Wolves Not Far” totalmente original, ele ganhará vida como o maior, mais longo e mais terrível labirinto já criado no destino da Costa Leste do “Halloween Horror Nights”, localizado em um lugar inédito do parque temático.

“Assim como os fãs, que aguardam pacientemente pelo próximo episódio ou temporada de ‘The Walking Dead’, essa eletrizante série tornou-se uma tradição do ‘Halloween Horror Nights’, e nossos visitantes esperam ansiosamente por um novo labirinto de ‘Walking Dead’, todos os anos”, disse o diretor criativo do Universal Studios Hollywood e produtor executivo do “Halloween Horror Nights”, John Murdy.

“Eu não poderia estar mais feliz por continuar e expandir o universo de “The Walking Dead” no Universal Orlando e no Universal Studios Hollywood e proporcionar que os fãs vivam os momentos mais atormentadores e cheios de suspense do nosso seriado”, afirmou o produtor executivo e supervisor de Maquiagem para Efeitos Especiais da série, Greg Nicotero.

“Nós amamos dar aos fãs todas as possibilidades existentes para que eles vivam o seriado, então, estamos animados por colaborar novamente com as equipes do Universal Studios Hollywood e Universal Orlando Resort nesses labirintos que realmente dão vida à intensidade da série”, disse a vice-presidente sênior de Promoção, Ativação e Parcerias da AMC, Theresa Beyer.

Fonte:Panrotas

Dois modelos de fones de ouvido sem fio para curtir no talo!

O BackBeat Pro (esq) promete 24 horas de música enquanto o modelo Sense (dir) até 18 horas ininterruptas. || Créditos: Divulgação

Ao que tudo indica, estamos vivendo o boom no mercado de fones de ouvido. Muitas marcas estão apostando neles como o acessório da vez. Depois do fone criado a partir de uma árvore do Brooklyn, agora chegou a vez de falar sobre um modelo sem fio para dançar sem se preocupar. Criado pela Plantronics, o modelo BackBeat SENSE pode ser considerado inteligente, já que pausa a música quando você tira o fone do ouvido.

Outras novidades no modelo são a duração da bateria (18 horas ininterruptas) e a capacidade de emparelhar mais de um dispositivo Bluetooth ao mesmo tempo. O preço? Cerca de R$ 600 reais – na relação custo-benefício, ele é um dos melhores da marca. Quer investir num modelo com mais atrativos? Então dê uma espiadinha no BackBeat Pro, que promete 24 horas de música, alertas de voz, conectividade com mais de um acessório Bluetooth e alcance de 100 metros.  E sobe o som!

Fonte:Glamurama

Em aeroporto inglês, passageiros esperam bagagens, mas ganham muita cerveja

O final de um voo não é um momento fácil: os passageiros geralmente estão cansados, há filas para desembarcar e sempre existe a preocupação com possíveis extravios das malas.

Mas e se, ao enfrentar essa tensão na frente da esteira das bagagens, você for presenteado com caixas e mais caixas de cerveja?

Divulgação/Carlsberg

Viajante ganha caixa de Carlsberg na esteira do London City Airport

Isso aconteceu recentemente no London City Airport, que serve a cidade de Londres, na Inglaterra: após desembarcar de um avião por lá, os viajantes se dirigiram às esteiras locais. Os dispositivos começaram a se mexer, mas, no lugar das malas, trouxeram dezenas de cervejas da marca Carlsberg.

Muitas pessoas ficaram sem saber o que fazer, até perceber que, sobre as caixas, com 20 latas cada uma, estava escrita uma frase convidativa: “Leve-me, eu sou sua”.

Divulgação/Carlsberg

Passageiro pega caixa com 20 latas de cerveja na esteira do aeroporto inglês

Foi então que todo mundo começou a pegar seu quinhão nessa farra da cevada, os rostos iluminados por enormes sorrisos.

Tudo fez parte de uma ação de marketing da Carsberg que, logicamente, registrou toda a cena e colocou o filme no YouTube .

Em entrevista ao jornal inglês “Daily Mail”, Dharmesh Rana, gerente de marketing da Carlsberg, disse: “A espera pelas malas quando se chega ao aeroporto da sua cidade natal é o momento definitivo em que todos percebem que a viagem acabou. É por isso que decidimos presentear os viajantes com as caixas de Carlsberg”.

Divulgação/Carlsberg

As caixas de cerveja vieram com a frase “Leve-me, eu sou sua”

Fonte:UOL

Na Europa e EUA, cidades têm eventos gratuitos durante o verão; veja opções

 O verão no Hemisfério Norte é uma festa comemorada ao ar livre em parques, praças, praias, ruas, calçadas e margens de rios. Para fazer jus ao clima, nesta época, algumas das cidades mais visitadas do mundo promovem festivais de música, dança, cinema e teatro, entre outras atividades culturais e de lazer. Entre elas, há encontros tradicionais que atraem multidões, como o Summerstage, em Nova York (na foto), ou as sessões de cinema “en plein air”, em Paris. A boa notícia é que muitos são inteiramente gratuitos, como no caso parisiense, ou oferecem datas nas quais a entrada é livre, a exemplo dos shows nova-iorquinos. O UOL selecionou algumas atrações imperdíveis para curtir e economizar em destinos populares na Europa e nos Estados Unidos. Veja a seguir.

 Free Shakespeare in the Park (Nova York, EUA): O encontro de teatro inclui sessões gratuitas de peças do inglês William Shakespeare em endereços como o Central Park, onde, até 23 de agosto, está em cartaz a montagem “Cymbeline”, com direção do premiado Daniel Sullivan. Informações: http://www.publictheater.org Divulgação/Free Shakespeare in the Park

 Lincoln Center (Nova York, EUA): O icônico centro cultural promove espetáculos de teatro, dança e atividades para toda a família em seu amplo vão livre. Na lista de gratuitos, estão uma tarde de celebração aos imigrantes nova-iorquinos batizada de “Heritage Sunday” (2/8). A instituição também ocupa outros pontos de Manhattan com o programa “Lincoln Center Out of Doors” que recebe, no dia 30, os brasileiros do Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz (parque Damrosch). Programação completa: http://www.lincolncenterfestival.org

 Summerstage (Nova York, EUA): Neste verão, o festival mais famoso de Manhattan comemora trinta anos, espalhando centenas de atrações em 16 parques. Entre shows, espetáculos de dança, teatro e circo são mais de 120 atividades gratuitas como o Charlie Parker Jazz Festival que, de 20 a 23 de agosto, celebra o saxofonista em três diferentes endereços. No parque Marcus Garvey, por exemplo, apresentam-se Oliver Lake Big Band (21) e o superjazzista Dr. Lonnie Smith (22). O clássico palco do Central Park também recebe performances com entrada liberada, destacando-se a tarde dedicada ao hip-hop com Big Daddy Kane e outros (26/7), além dos brasileiros da Nação Zumbi (2/8, na foto). Informações: http://www.cityparksfoundation.org Sérgio Bernardo/JC Imagem

Cinema ao ar livre em Paris (França): Na capital das artes, um dos passatempos preferidos nos meses de julho e agosto são as sessões de cinema ao ar livre. Até 23 de agosto, o parque de La Villete (www.lavillette.com) promove a 25ª edição do “Cinéma en Plein Air”, com projeções de longas como “Inside Llewyn Davis”, dos irmãos Cohen, e “O Desprezo”, de Godard. Os filmes são exibidos de quarta a domingo, assim que a noite cai (por volta de 22h), num telão de 32 metros de base por 18,50 metros de altura. Também vale ficar atento à programação do “Cinéma au Clair de Lune” (www.forumdesimages.fr), que, até 9/8, espalha telões por endereços como a Place des Vosges.Divulgação/Cinema en Plein

 Paris Quartier d’Été (Paris, França): Dezenas de artistas apresentam-se em diversos bairros da capital francesa até 9 de agosto. Com entrada livre, há shows e espetáculos de teatro nos jardins do museu du Quai Branly, performances de dança na Parvis du Sacré-Coeur e atrações musicais no Jardim du Luxembourg (na foto). Informações: http://www.quartierdete.com Getty Images

 Paris Plages (Paris, França): Até 16 de agosto, as margens do Sena abrigam uma “praia”, com cenário tropical que inclui areia, guarda-sóis, espreguiçadeiras e esguichos d’água para se refrescar. Em toda a sua extensão, ocorrem aulas de dança, shows e discotecagens. Apesar da lotação, sempre é possível encontrar uma mesa vaga num dos barcos-bares ancorados no rio ou esticar a toalha num canto mais tranquilo para fazer um piquenique. Informações: http://www.paris.fr Charles Platiau/Reuters

 Beach East (Londres, Inglaterra): O Queen Elizabeth Olympic Park (na foto) se transforma numa praia com toneladas de areia e uma piscina gigante para refrescar os banhistas. Ao redor, bares servem drinques gelados aos adultos, enquanto as crianças se divertem em atrações criadas especialmente para elas. Há shows e atividades esportivas durante todo o verão. Informações: http://www.beacheast.co.uk Getty Images

 Carnaval de Notting Hill (Londres, Inglaterra): Neste ano, a maior festa de rua europeia ocupa o bairro de Notting Hill de 29 a 31 de agosto. Na abertura, todos são convidados a curtirem uma noitada animada por ritmos caribenhos. No dia seguinte, ocorre a Sunday Parade, festa dedicada à família durante a qual as crianças protagonizam um desfile de Carnaval, e os adultos vestem fantasias criativas para dançar ao som de diferentes estilos. O “grand finale”, na segunda (31), reúne 60 grupos de música e dança. A balada costuma se prolongar nos pubs da vizinhança. Informações: http://www.thelondonnottinghillcarnival.com Neil Hall/Reuters

 Cine Libre en La Playa (Barcelona, Espanha): A praia de Sant Sebastià, ao lado da popular Barceloneta, se transforma num cinema ao ar livre, às quintas e aos domingos, até 16 de agosto. Para assistir fazendo piquenique na areia com os amigos, há bons filmes como o brasileiro “O Lobo Atrás da Porta”, dirigido por Fernando Coimbra, ou a animação “O Congresso”, do israelense Ari Folman. Informações: http://www.cinemalliure.com Divulgação/Cinemalliure

 Festa Major de Gràcia (Barcelona, Espanha): Um dos bairros mais famosos da capital catalã atrai centenas de pessoas no mês de agosto, quando suas ruas são enfeitadas pelos moradores com motivos criativos. Há prêmios para a melhor decoração. Música, comidinhas e bebidas locais aguardam os festeiros na semana de 15 a 21 de agosto. Informações: http://www.festamajordegracia.cat Getty Images

 Música nos parques (Barcelona, Espanha): Até o fim de agosto, quinze áreas verdes da cidade são palco de performances de jazz e música erudita. No parque de La Ciutadella (na foto), por exemplo, as noites de quarta e sexta costumam ser dedicadas ao ritmo norte-americano. Informações: http://www.facebook.com/MusicaParcs Maria Rose Ferre/Creative Commons

Fonte: Uol

 

Passeio em floresta e barco passa em locações de ‘Senhor dos anéis’

  • Glenorchy, na Nova Zelândia, foi base para filmagem de trilogia de Tolkien.
    ‘Hobbit’ e ‘X-Men’ também têm cenas reconhecidas na região.

Juliana Cardilli

Em uma visita à Nova Zelândia, o turista vai se deparar inúmeras vezes com lugares e atrações que dizem ter sido cenário das trilogias “O Senhor dos anéis” e “O Hobbit”, filmadas no país. Pode parecer história para enganar os desavisados, mas realmente dezenas de locações diferentes foram utilizadas, e muitos passeios permitem que o visitante se sinta um pouquinho dentro do cenário mágico criado para os filmes baseados na obra de J. R. R. Tolkien.

Em Glenorchy, na ilha sul do país, as montanhas com picos nevados e florestas verdes margeadas por um rio foram utilizadas como cenário para diversas cenas das duas trilogias – e também de outros filmes, como “X-Men Origins Wolverine” e “As Crônicas de Nárnia: príncipe Caspian”.

Comerciais de marcas como os chocolates Milka também foram feitos na região – pode ser decepcionante descobrir que o cenário de montanhas com vaquinhas que remete à Suíça em algumas peças da marca na verdade fica na Nova Zelândia.

Quem quer ter um gostinho dos filmes e ao mesmo tempo passear por uma floresta e andar de barco em alta velocidade em um rio de água cristalina – alimentado pelo degelo de glaciares – dentro de um parque nacional pode participar de um dos passeios que saem de Queenstown, cidade conhecida como berço dos esportes radicais no mundo.

Passeio começa com viagem de 40 minutos à beira do lago Wakatipu (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Passeio começa com viagem de 40 minutos à beira do lago Wakatipu (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Paisagem de filme
A jornada começa com uma viagem de ônibus de 40 minutos. Pode parecer entediante, mas a vista do Lago Wakatipu e das montanhas conhecidas como Remarkables (Memoráveis), que com dependendo da época do ano e da sorte com o tempo podem estar cobertas de neve, garante janelas disputadas durante o trajeto.

Depois de uma parada para fotos, o ônibus segue até Glenorchy, um pequeno povoado de 500 habitantes situado no norte do Lago Wakatipu, com pubs, cafés e pequenas lojas. Dali, sai a primeira parte da expedição: a vista das paisagens que se tornaram famosas em filmes.

Cidade de Glenorchy é base para passeios que mostram paisagens presentes em filmes (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Cidade de Glenorchy é base para passeios que mostram paisagens presentes em filmes (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Com a ajuda de fotografias que mostram as cenas no cinema, é fácil identificar os cenários. O mais famoso, que é lembrado facilmente por fãs de “O Senhor dos anéis”, é Isengard, onde ficava localizada a torre do mago Saruman. No filme, ela aparece como uma grande cidade circular, com a torre de Saruman no meio, e as montanhas nevadas de Glenorchy ao fundo.

Paisagem foi fundo para cena que mostra Isengard, onde ficava a torre de Saruman, em um dos filmes da trilogia 'O Senhor dos Anéis'' (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Paisagem foi fundo para cena que mostra Isengard, onde ficava a torre de Saruman, em um dos filmes da trilogia ‘O Senhor dos Anéis” (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Na mesma região foi filmada uma cena de “X-Men Origins Wolverine”, quando o personagem de Hugh Jackman é perseguido por um helicóptero e um carro após uma fuga.

Ao lado da estrada que foi utilizada nestes dois filmes, fica uma floresta que aparece em “O Hobbit: A desolação de Smaug”. Nela, foi construído a casa do personagem Beorn, um homem gigante que se torna urso à noite e abriga por uma noite o mago Gandalf, o hobbit Bilbo e os anões que estão em sua jornada para recuperar o tesouro de seu reino.

Detalhe mostra casa construída para cenário de 'O Hobbit' ao lado de árvore em floresta em Glenorchy (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Detalhe mostra casa construída para cenário de ‘O Hobbit’ ao lado de árvore em floresta em Glenorchy (Foto: Juliana Cardilli/G1)

O passeio segue com uma pequena caminhada por uma floresta onde há árvores com o tronco oco e idade estimada de 800 anos e é possível provar uma vegetação usada pelos nativos locais na alimentação, bastante apimentada (e não indicada para os paladares mais sensíveis).

Além de conhecer um pouco da fauna e da flora local, a caminhada também é a possibilidade de ser hobbit por alguns momentos – uma cadeira gigante, igual às usadas nos cenários dos filmes baseados na obra de Tolkien, está instalada na mata, deixando quem senta nela, se fizer a pose certa, parecendo ser um dos pequenos personagens.

Passeio em floresta ensina um pouco da fauna e flora local (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Passeio em floresta ensina um pouco da fauna e flora local (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Barco em alta velocidade
O Rio Dart, que domina a paisagem da região, é a próxima parte do passeio, no qual um barco leva os visitantes para áreas já dentro do Parque Nacional Mount Aspiring. Cercado por montanhas com neve e florestas verdes em sua base, ao olhar para qualquer lado o visitante sente que poderia estar em um dos filmes citados acima.

Água é bastante rasa em alguns pontos do rio Dart (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Água é bastante rasa em alguns pontos do rio Dart
(Foto: Juliana Cardilli/G1)

O barco tem uma tecnologia que permite atingir altas velocidades mesmo quando a profundidade é pequena. No dia do passeio, o nível do rio estava baixo, e em alguns trechos era possível sentir as pedras do leito batendo no fundo da embarcação.

O passeio segue em alguns momentos com aventura, passando bem perto das montanhas que cercam o rio, e realizando algumas manobras que fazem um pouco de água espirrar nos participantes – capas são fornecidas, mas é importante estar com roupas quentes e que protejam da água e do vento, principalmente nas épocas mais frias.

De volta a Glenorchy, é difícil se despedir da paisagem, principalmente em um dia de sol, céu azul e neve nas montanhas.

Durante passeio de barco é possível ver mais paisagens que apareceram em 'O Senhor dos Anéis', como a montanha mais pontuda ao fundo (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Durante passeio de barco é possível ver mais paisagens que apareceram em ‘O Senhor dos Anéis’, como a montanha mais pontuda ao fundo (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Barco segue em alta velocidade ao lado de paisagem de montanhas com neve (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Barco segue em alta velocidade ao lado de paisagem de montanhas com neve (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Volta do passeio tem nova vista panorâmica do Lago Wakatipu (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Volta do passeio tem nova vista panorâmica do Lago Wakatipu (Foto: Juliana Cardilli/G1)
Fonte:G1

Dicas para conhecer o Harlem, o bairro de Nova York repleto de cultura e história afro-americana

Museu de Arte Moderna (MoMa) preparou guia com os melhores programas da área na região norte de Manhattan


A tranquila St. Nicholas Historic District, conhecida como “Striver’s Row”, no Harlem – Beth J. Harpaz / AP

RIO – De 1910 até 1970, cerca de seis milhões de negros americanos migraram do sul para o norte do país, em busca de emprego e melhores oportunidades nas cidades. Também buscavam fugir das leis segregacionistas, conhecidas como “Jim Crow”, que faziam parte da constituição de diversos estados, como Flórida, Texas, Geórgia e Lousiana, entre outros.

O pintor Jacob Lawrence foi um dos que retrataram este movimento migratório e parte de suas pinturas estão em exposição permanente do Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova York. A cidade, aliás, foi um dos principais destinos dos sulistas, que fincaram raízes, principalmente, no Brooklyn e no Harlem, extremo norte da ilha de Manhattan.

“O Harlem é um ícone, um bairro muito bonito, de renome mundial e que continua a se reinventar”, afirma ao site da Associated Press, Fred Dixon, presidente da NYC & Company.

E foi em homenagem ao pintor e o bairro que o MoMa elaborou um “Walking Tour Guide”, guia para quem quer conhecer o melhor da cultura afro-americana a pé pelo Harlem. Veja algumas das atrações no bairro:

O STUDIO MUSEUMProvavelmente, a mais famosa exposição deste museu é uma mostra com duas palavras: “ME WE”, do pugilista Muhammad Ali, que recitou estas palavras em resposta a um pedido para fazer um poema depois de dar um discurso em Harvard.

CENTRO SCHOMBURG DE CULTURA NEGRA

O Centro Schomburg, parte da New York Public Library, está comemorando o 75º aniversário do American Negro Theatre com uma exposição de fotos, cartazes e recortes desde 1940, quando o teatro abrigava talentos como Ossie Davis, Ruby Dee e Sidney Poitier. É possível encontrar outros murais históricos no Harlem Hospital.

Arquitetura pitoresca e neo-gótica do City College – Beth J. Harpaz / AP

“ROW STRIVER’S”

A área histórica St. Nicholas Historic District também conhecida como Striver’s Row, consiste em três encantadores blocos arborizados entre a Adam Clayton Powell Jr. Boulevard e Frederick Douglass Boulevard. As elegantes casas de pedra e tijolos datam da década de 1890 e já foram lar de proeminentes afro-americanos, como o músico Eubie Blake e o deputado Adam Clayton Powell Jr.

APOLLO THEATER E HOTEL THERESA

Você pode assistir a famosa noite de amadores do Apollo ou fazer um tour para aprender sobre sua história. A casa foi frequentada por James Brown, BB King e Aretha Franklin. Do lado de fora, não esqueça de olhar para leste em busca de um edifício majestoso com as palavras “Hotel Theresa.” O prédio já não funciona mais como um hotel, mas durante décadas acolheu atletas, artistas, empresários e outros afro-americanos que tiveram estadia negada em hotéis no centro. Fidel Castro também se hospedou lá em 1960.

NÃO PERCA!

– Malcolm Shabazz African Market, mercado que vende cestas, tambores e roupas feitas de tecidos e outros itens temáticos da cultura africana. Na 52 W com 116 St.

– Estátua de Harriet Tubman, na St. Nicholas Avenue, perto do 122th St.

– A arquitetura pitoresca e neo-gótica do City College, na 138th St com Convent Avenue.

– A casa de Alexander Hamilton, a Hamilton Grange, na 414 W. com 141th St.

– Marcus Garvey Park, nas ruas 120th até a 124th entre a Madison Avenue e a Malcolm X Boulevard.

fonte: O Globo

%d blogueiros gostam disto: