Onze destinos inusitados para passar o Natal

Decorações de Natal são tradicionalmente uma forma de atrair visitantes nesta época do ano. No entanto, alguns lugares do mundo estão ainda mais ligados ao clima natalino. A rede americana CNN reuniu algumas dessas localidades. Confira:

Nova York, Estados Unidos

A CNN não deixou de fora, claro, o Rockefeller Center, centro do Natal em Nova York. A famosa pista de patinação, que tem quase oitenta anos de história e as árvores decoradas formam um cenário de filme. O Central Park também tem dois pontos para patinação, além dos passeios de carruagem.

Valkenburg, Holanda

A pequena cidade holandesa é conhecida como ‘cidade do Natal’ na Holanda, por concentrar as mais elaboradas festividades desta época do ano. O ideal é já chegar lá no clima. Para isso, é preciso ir a Simpelveld, de onde sai o Christmas Express, o trem de Natal que leva a Valkenburg. Uma das principais atrações na cidade é a casa do Papai Noel reproduzida em um mercado montado dentro de uma caverna.

Bath, Inglaterra

Bath, única cidade do Reino Unido considerada Patrimônio Mundial pela Unesco, tem como pontos fortes nesta época do ano espetáculos teatrais e um mercado de Natal formado por mais de 170 chalés de madeira em um cenário georgiano.
No catálogo de atrações teatrais estão dramas, óperas e musicais. Clássicos como Cinderela e O Anão Saltador estão na programação do Theatre Royal, mencionado nos romances ‘Persuasão’ e ‘Northanger Abbey’ de Jane Austen, a mais ilustre figura de Bath.

Lapônia, Finlândia

Apesar de a lenda citar o Polo Norte como a casa do Papai Noel, a Finlândia resolveu contestar esta localização e transformou Rovaniemi, na Lapônia, perto do Círculo Polar Ártico, na base do bom velhinho. Nesta época do ano, crianças fazem biscoitos e frequentam aulas de caligrafia para escrever sua lista de desejos de Natal com uma pena tradicional. A CNN lembra ainda que quem quiser uma experiência congelante pode se hospedar no hotel Artic Snow, feito inteiramente de neve e gelo, mas equipado com saunas e banheiras de hidromassagem.

Santa Claus, Indiana

Que tal passar o Natal em um lugar com o nome de Papai Noel? A cidade americana de menos de 3.000 habitantes está envolvida com o evento o ano todo. Isso porque recebe milhares de cartas de crianças com mensagens ao Papai Noel. Um grupo de voluntários se encarrega de responder às mensagens.

Reykjavik, Islândia

Na capital da Islândia, o Natal conta com figuras folclóricas que assumem o lugar do Papai Noel e distribuem presentes para crianças. Em Ingolfstorg, pequenas cabanas compõem o mercado de Natal onde os visitantes podem ver uma decoração diferente a cada dia.

San Miguel Allende, México

O Natal da cidade de pedras, que é Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, é uma festa divertida pelas pinhatas, brincadeira em que crianças, jovens e adultos destroem uma colorida figura para pegar os doces. No dia 24, moradores vão de casa em casa pedindo abrigo, em uma reprodução da viagem a Belém.

Nuremberg, Alemanha

O Mercado de Natal de Nuremberg é uma instituição alemã que atrai mais de 2 milhões de visitantes todos os anos. Como há muitos mercados natalinos espalhados pela Alemanha – e pelo mundo – o de Nuremberg reforça seu compromisso de só vender brinquedos feitos manualmente e itens de decoração artesanais. Os 200 expositores também disputam o prêmio de melhor decoração natalina.

Estrasburgo, França

Na localidade francesa, a gastronomia será o grande atrativo das vilas de Natal. Em uma delas, é possível experimentar ameixas, pêssegos e foie gras em receitas inspiradas nesta época do ano. Em outra, o destaque são os biscoitos natalinos e o vinho. Concertos musicais e eventos culturais – com destaque para as apresentações da Croácia, país convidado das celebrações deste ano – completam a agenda natalina.

Barcelona, Espanha

O ponto alto da celebração de Natal em Barcelona acontece no início de janeiro. Os reis magos chegam ao porto e recebem as chaves da cidade, em meio a uma festa com fotos de artifício e tiros de canhão. Em seguida, desfilam pela cidade.

Quebec, Canadá

A proposta da cidade de Quebec é oferecer um Natal ecologicamente correto, com árvores feitas de material reciclado e luzes alimentadas pela energia gerada por meio da pedalada de ciclistas.

Fonte: veja.com.br

Aeroporto de Guarulhos ganha bar conceito de marca de cerveja

 O Living Heineken  é semelhante que a marca mantém em aeroportos de outros países

O Living Heineken é semelhante que a marca mantém em aeroportos de outros países

Viajar é bom, mas esperar horas por um voo não é um passatempo muito popular. Por isso, vários aeroportos pelo mundo concentram opções de entretenimento e gastronomia para tornar esse período menos penoso.

Neste mês, a fabricante de cervejas Heineken inaugurou um bar no terminal internacional de Guarulhos (SP). O espaço Living Heineken é o primeiro na América Latina – a marca mantém bares como este nos Estados Unidos, Holnda, Nigéria e Emirados Árabes Unidos.

O menu da casa, criado pelo chef Gabriel Stephan, tem de tudo um pouco, desde pratos como filé com molho de mostarda e purê de batatas, passando por lanches e um café da manhã ao estilo norte-americano, com ovos mexidos, bacon e torradas.

Para beber, além das cervejas fabricadas pela marca holandesa, o menu tem drinques clássicos, como Bloody Mary e Martini, e bebidas sem álcool. E para não perder a hora do embarque, o local disponibiliza wi-fi gratuito e telas que avisam quais são os próximos voos.

Serviço
Aeroporto Internacional de Guarulhos – Terminal 3
Funciona diariamente, das 7h a meia-noite
Tel.: (11) 2245-7231

 

Fonte: Uol

 

Isenção de visto a brasileiros garantiria US$ 5,5 bilhões aos EUA

Fonte: Folha

A participação do Brasil no programa de isenção de vistos dos Estados Unidos pode representar US$ 5,571 bilhões em receitas adicionais derivadas do turismo entre 2015 e 2019, segundo um estudo divulgado na segunda-feira (15) pela organização Partnership for a New American Economy.

O relatório inclui também estimativas para África do Sul, Hong Kong, Polônia, Israel e Turquia, países que, como o Brasil, não são membros do programa “Visa Waiver”, mas que, se fossem, poderiam representar um total de US$ 7,655 bilhões nos próximos cinco anos.

“O Brasil, com uma população de 200 milhões e uma taxa de crescimento do PIB per capita relativamente alta, tem possibilidades de se transformar na maior fonte de crescimento em turismo internacional desses países no período 2015-2019”, destaca o estudo.

O estudo ressalta que, quando um país entra no programa de isenção de vistos, o número de seus cidadãos que decidem visitar os Estados Unidos nos anos seguintes aumenta notavelmente.

Os Estados Unidos poderiam acolher em cinco anos um total a 19,7 milhões de turistas procedentes deste conjunto de seis países, um aumento de 1,7 milhão em comparação com as projeções que o relatório faz caso não seja aprovada sua participação.

Apenas os visitantes brasileiros representariam 14,3 milhões do total, 1,2 milhão a mais que os que viajariam aos EUA ainda com a necessidade de vistos.

Além disso, o estudo estima que a participação do Brasil criaria 36.766 postos de trabalho adicionais no setor turístico.

“Em uma era onde a União Europeia permite a visita de turistas de 26 países europeus –e de quase toda América e Austrália– sem um visto, nossas políticas obrigam viajantes de países amigos, como o Brasil, a viajar milhares de milhas para fazer uma entrevista pessoal necessária para obter um visto de turista”, diz o estudo.

Hoje, o programa “Visa Waiver” permite a cidadãos de 38 países viajar aos Estados Unidos sem ter de solicitar antes o visto de turista.

John Moore-13.fev.2012/AFP
Vista noturna da cidade de Nova York, nos Estados Unidos; país recebeu 1,8 milhão de brasileiros em 2012
Vista noturna da cidade de Nova York, nos Estados Unidos; país recebeu 1,8 milhão de brasileiros em 2012

Prepare seu apetite: Qantas anuncia refeições mais generosas na econômica

Nem só de más notícias vive a classe econômica. Para quem está acostumado com menos espaço, assentos mais estreitos e taxas extras cobradas por todo e qualquer tipo de serviço, a novidade da Qantas, companhia aérea australiana, deve surpreender: mais opções de refeições e porções mais generosas para os passageiros da classe econômica.

Nas últimas duas semanas a empresa estreou o novo serviço de bordo em suas rotas para a Nova Zelândia, EUA e nos voos para Londres com parada em Dubai, a partir de Sydney e Melbourne.

Em janeiro e fevereiro, as rotas para o Canadá, Cingapura e Hong Kong ganham as novas refeições e, em março, o serviço será ampliado para as demais rotas da Qantas –inclusive para os voos rumo a América do Sul.

Além de porções 50% maiores, os passageiros da classe econômica passam a ter quatro opções de refeição ao invés das duas opções oferecidas atualmente.

O passageiro poderá escolher a bordo entre três opções divididas em categorias: uma opção saudável, uma opção de comida caseira e um prato inspirado no destino do voo.

Frutas frescas são opção saudável durante ou entre as refeições na econômica da Qantas. (Divulgação)

Filé de perca-gigante em molho de coco tailandês, na Qantas. (Divulgação)

A opção saudável inclui ingredientes frescos, receitas balanceadas e frutas da estação, enquanto a opção de comida caseira inclui omeletes, saladas com frango grelhado, granola e iogurte. Cada voo contará ainda com uma opção de prato típico do destino –nos voos para os EUA, por exemplo, uma das opções sendo oferecidas no mês de estreia do serviço é o filé ao molho de barbecue defumado acompanhado de brócolis e milho verde.

Kafta picante de cordeiro com tomates, batatas e queijo feta nos voos para Dubai da Qantas. (Divulgação)

Comida caseira na econômica da Qantas: Torta de carne ao molho de vinho tinto. (Divulgação)

Há ainda uma quarta opção de refeição que pode ser selecionada somente antes do embarque e que permite ao passageiro optar por refeições em um menu bem mais amplo.

Chamado de “Select on Q-Eat”, o serviço até agora estava disponível somente para passageiros voando em premium economy, executiva ou primeira classe. A escolha antecipada, no entanto, só vale nos voos que partem da Austrália e deve ser feita online pelo menos 12h antes da viagem.

Passageiros da econômica podem escolher refeição online até 12h antes do embarque. (Divulgação)

Salada com frango grelhado e grãos na opção de comida caseira da Qantas. (Divulgação)

Mimos durante todo o voo
As boas notícias não param por aí. A aérea australiana agora serve uma bebida de boas vindas aos passageiros da econômica logo após a decolagem e substituiu as bandejas das refeições por pratos pré-montados que podem ser servidos e recolhidos de forma mais prática, além de ocupar menos espaço e serem mais simpáticos.

Novo serviço de bordo da econômica da Qantas elimina o bandejão e tem pratos pré-montados. (Divulgação)

A Qantas também reformulou o serviço self-service da econômica nos voos de longa duração: entre as refeições, um minibar estocado com frutas, sorvetes, chocolates e sanduíches ficará a disposição do passageiro.

Sorvete está disponível entre as refeições na econômica da Qantas. (Divulgação)

Lanches disponíveis entre as refeições para a econômica da Qantas. (Divulgação)

Frango Cajun do sul americano nos voos da Qantas para os EUA. (Divulgação)

Por fim, após o almoço e o jantar a empresa passa a servir chás e cafés acompanhados de chocolates suíços da marca Lindt.

São mudanças definitivamente bem vindas em tempos nos quais até as infames barrinhas de cereais andam desaparecendo da classe econômica.

 

Fonte:Uol

Exemplo de superação, quadra de futebol flutuante vira atração tuísticar

Ela fica em vila na Tailândia com moradores apaixonados por futebol.
Na falta de locais planos, eles construíram a quadra no mar.

Quadra flutuante fica em vila de pescadores na Tailândia (Foto: Christophe Archambault/AFP )
Quadra flutuante fica em vila de pescadores na Tailândia (Foto: Christophe Archambault/AFP )

Com seus penhascos impressionantes e seu mar de um azul intenso, a ilha de Panyee é um típico paraíso tailandês. Mas não são as belezas naturais que levam os turistas até lá.

Pertencente à província de Phanga Nga, a ilha atrai cada vez mais visitantes por sua quadra de futebol inovadora. Localizada ao lado de um píer, a quadra de 16 m x 25 m se tornou um tesouro nacional depois de uma campanha publicitária de um banco em 2010, que celebrizou a paixão da comunidade de pescadores pelo futebol.

Desafio

Moradores construíram a quadra porque não tinham lugar para jogar devido à falta de locais planos na cidade (Foto: Christophe Archambault/AFP)
Moradores construíram a quadra porque não tinham lugar para jogar devido à falta de locais planos na cidade (Foto: Christophe Archambault/AFP)

A falta de lugares planos na cidade não foi empecilho para os moradores, que originalmente jogavam bola na praia, mas só durante a maré baixa, quando havia uma faixa de areia de tamanho suficiente.

Eles então construíram a primeira quadra flutuante há 30 anos, mas ela era feita de madeira com pregos rústicos, e por isso perigosa.

Inspirado na dedicação dos moradores, um banco fez uma campanha falando do sucesso do time de futebol local em um torneio apesar da falta de condições para treinar. Depois da campanha, as autoridades locais construíram a quadra flutuante que está lá atualmente, e que tem contribuído com o turismo local

 

Fonfe:G1

Aproveite melhor suas milhas: Stopover e Open-Jaw

 Pouca gente sabe, mas ao utilizar milhas para resgatar passagens aéreas, diversos programas permitem ao participante alguma flexibilidade nas rotas escolhidas.

Isso significa que é possível, por exemplo, adicionar uma cidade extra ou retornar a partir de outra cidade, fazendo com que seja possível visitar dois destinos utilizando somente um bilhete prêmio.

Neste primeiro post sobre como aproveitar melhor suas milhas, você confere alguns conceitos básicos que podem ser úteis na hora de emitir uma passagem através do seu programas de fidelidade.

Stopover

No jargão das companhias aéreas, o stopover geralmente se refere a uma parada superior a 24h em um aeroporto que não seja o destino final do passageiro.

Se você viaja de São Paulo a Viena com conexão em Paris e decide parar alguns dias na capital francesa antes de seguir viagem, o nome técnico dessa parada é stopover.

Diversos programas de milhagem permitem que essa parada intermediária seja realizada sem custo adicional –ou com um pequeno acréscimo de milhas–, do mesmo modo que nas passagens pagas.

A grande vantagem do stopover é que com ele é possível visitar dois destinos em um único trecho prêmio: a viagem para São Francisco pode ser interrompida em Nova York na ida e em Miami no retorno, ou uma viagem a Austrália pode conter uma parada em Dubai, por exemplo.

Algumas regras, no entanto, precisam ser observadas. Praticamente nenhum programa permite que stopovers sejam realizados em voos domésticos ou em prêmios que só envolvam países europeus: para ir do Rio a Fortaleza com parada de alguns dias em Salvador você vai precisar continuar utilizando dois trechos.

Além disso, alguns programas como AAdvantage, da American Airlines, permitem que as paradas sejam feitas exclusivamente em prêmios que utilizem voos da própria companhia e somente nos pontos de conexão da American, ou seja, sem qualquer desvio de rota.

Há programas, como o Smiles, nos quais o passageiro pode sair da rota, mas a parada deve obrigatoriamente ser realizada dentro da mesma região do destino final –se você viaja a Viena, saindo de São Paulo, como no exemplo acima, e tem uma conexão em Paris, você poderá parar em Paris ou ir até outra cidade europeia antes de chegar em Viena, mas não poderá viajar de São Paulo para o Rio de Janeiro, passar uns dias na Cidade Maravilhosa e daí seguir à Europa.

É importante ter em mente que alguns programas não permitem que o passageiro realize qualquer parada intermediária –caso do TAM Fidelidade ou do Executive Club (British Airways), por exemplo–, enquanto há programas, como o Miles & More, da Lufthansa, que cobram um pequeno adicional de milhas por esse privilégio.

Vale a pena ler as letras miúdas das regras de emissão de bilhetes ou ligar para o seu programa e entender melhor o que é permitido ou não na hora do resgate.

Open-jaw

Apesar do nome, o open-jaw nada mais é do que uma passagem que retorna a um ponto diferente da origem ou que retorna de um destino diferente para a mesma origem, isto é, o passageiro viaja da cidade A para a cidade B e retorna de lá para a cidade C, ou ainda, viaja da cidade A para a cidade B mas retorna da cidade D de novo à cidade A

Como a maioria dos programas atualmente permitem a emissão de bilhetes só de ida, falar em open-jaw só faz sentido para quem regata o prêmio de ida-e-volta em único bilhete.

Você pode ir por exemplo de São Paulo para Miami e voltar de lá para Brasília, ou ainda ir do Rio a Paris, seguir por terra a Amsterdã e voltar de lá para casa: ambos exemplos são casos conhecidos como um open-jaw simples.

Há ainda o open-jaw duplo, no qual o passageiro parte da cidade A para B, mas retorna da cidade C para D –você sai de Brasília para Atlanta, mas retorna de Nova York para São Paulo.

Quase todos os programas possuem alguma restrição quanto aos tipos de open-jaws permitidos: lembre-se que você pode emitir o bilhete da volta separado da ida para ter menos restrições quando for necessário.

 

Fonte:UOL

Campanha na internet consegue viabilizar bagagem expansível

Você viaja com uma mala de porte médio, que acomoda bem suas roupas e equipamentos como o notebook.

Mas, na volta, parece que o que você levou ganhou volume –e aquela mala agora é pequena demais para trazer seus pertences.

Foi em uma situação como essa, obrigado a comprar uma segunda bagagem no retorno de uma viagem a trabalho, que o israelense Isaac Atlas diz ter tido a ideia de criar uma mala expansível, que crescesse ou diminuísse de volume de acordo com a necessidade do viajante.

O projeto, batizado de Fugu (baiacu, em japonês), teve seu primeiro protótipo desenvolvido em março e, no mês passado, seus criadores lançaram uma campanha on-line para arrecadar fundos.

Divulgação
O equipamento sendo inflado
O equipamento sendo inflado

A previsão é para que a captação se encere no sábado (13). Até terça-feira, US$ 370 mil (R$ 960 mil) haviam sido arrecadados, ante US$ 50 mil (R$ 130 mil) da meta inicial planejada.

Em setembro do ano que vem, apoiadores que pagaram ao menos US$ 219 (R$ 568) devem receber suas malas –avaliadas em US$ 350 (R$ 908).

A Fugu, feita de ABS (um tipo de plástico bem resistente), tem paredes internas de um material que pode ser inflado –uma pequena bomba é usada para isso, e também para tirar o ar de sacolas a vácuo que reduzem o volume das roupas transportadas.

Divulgação
A mala compacta e expandida
A mala compacta e expandida

Na versão compacta, a mala tem 50 cm de comprimento, 40 cm de largura e 25 cm de altura; expandida, a altura quase triplica: vai a 70 cm.

Nesta configuração –que comporta até prateleiras para melhorar a organização interna–, os criadores também dizem que ela pode ser usada como mesa.

 

Fonte: Folha