Fun Zones da Infraero já receberam 77,5 mil pessoas.

Aeroportos do Galeão (RJ), de Congonhas (SP), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR) foram os que mais receberam passageiros

 

Fun Zone montada para a Copa do Mundo no aeroporto de Congonhas

 

Fun Zone montada para a Copa do Mundo no aeroporto de Congonhas

 

Brasília – As “Fun Zones” montadas em 12 aeroportos da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em dez cidades-sede da Copa de 2014 já receberam 77,5 mil pessoas na primeira semana de funcionamento, de 10 a 17 de junho.

As “Fun Zones” são espaços de convivência disponíveis que oferecem, por exemplo, internet sem fio gratuita, videogame, máquinas de bebidas e lanches, caixas automáticos para saques, carregadores para celulares e laptops, além de telões com programação voltada para o futebol.

Os usuários podem, ainda, acompanhar os horários dos voos e fazer check-in por meio de totens de autoatendimento.

De acordo com a Infraero, os aeroportos do Galeão (RJ), de Congonhas (SP), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR) foram os que mais receberam passageiros em suas áreas de convivência.

O perfil dos que usam o espaço com maior frequência são homens entre 25 e 34 anos que chegam em grupos de amigos.

 

Fonte: exame.com

 

Condor inicia hoje voo entre Fortaleza e Frankfurt

Aviação ,

A aérea alemã Condor inicia hoje as operações de uma frequência semanal entre Fortaleza e Frankfurt. O voo parte da capital cearense sempre às 16h50 das sextas-feiras e chega na cidade alemã às 7h05. No sentido inverso, decola às 10h25 e aterrissa às 15h15. 
 
Fonte: Panrotas

10 coisas que você precisa saber sobre Diagon Alley

Parques temáticos ,

ORLANDO – Nunca é demais explicar certas obviedades para quem vai para Orlando. Por exemplo, que há três grupos de parques temáticos na cidade. Ou que o “parque do Harry Potter” não é um parque e sim uma área dentro de um dos parques da Universal Orlando, o Islands of Adventure. Quer dizer, era…

Essa é outra característica de Orlando: as inaugurações e modernizações não param. Esta semana, a Universal Orlando mostrou à imprensa mundial uma nova área dedicada a Harry Potter, agora no Universal Studios, o primeiro parque do grupo no destino. Mais que isso, a nova área, chamada The Wizarding World of Harry Potter – Diagon Alley, é ligada à área do Islands of Adventure, chamada Hogsmeade, por um trem. 

Não um trem qualquer, mas o mágico Hogwarts Express, que sai do Beco Diagonal, um espaço onde apenas os bruxos entram, em Londres.

Uma integração nunca vista na história dos parques temáticos, criando não apenas uma experiência única, mas também promovendo uma imersão profunda em uma das histórias mais populares das últimas décadas.

O Portal PANROTAS esteve na inauguração para convidados e traz dez dicas importantes:

1) A abertura oficial para o público será dia 8 de julho. Antes disso, apenas Hogsmeade, no Islands of Adventure, pode ser visitada. A área foi aberta há exatos quatro anos.

2) Para usar o Hogwarts Express e ir de um parque a outro, ou de Hogsmeade a Londres/Diagon Alley, e vice e versa, é preciso ter um ingresso de dois parques. Geralmente quem compra no Brasil já sai com o ingresso de dois parques, com a orientação de operadores e agentes de viagens. O ingresso Bonus, de dois parques, e válido por 14 dias, só é vendido no Exterior. Quem tiver o ingresso de apenas um parque terá de escolher que área visitar – e não poderá usar o trem Hogwarts Express,

3) O trem passa pelos bastidores dos parques, algo que não pode ser visto pelos visitantes. A solução foi criar janelas falsas, que na verdade são telas que exibem paisagens entre Londres e a Escócia, onde fica Hogsmeade. Há o que ver também por trás das portas de vidro – vultos aparecem e é possível identificar os personagens. As imagens mostradas entre Hogsmeade e Londres são diferentes das exibidas entre Londres e Hogsmeade. Cada trajeto leva quatro minutos e os passageiros vão sentados, em cabines para oito pessoas. As portas se fecham como em uma atração – ou seja, nada de circular pelos corredores.

4) Em Hogsmeade a estação é logo na entrada. Em Londres, é em Kings Cross, antes da entrada em Diagon Alley, que fica atrás dos prédios tradicionais de Piccadilly.

5) Em Diagon Alley os detalhes foram levados a um novo patamar. Fãs, portanto, vão precisar de muito tempo para descobrir referências (algumas bem escondidas), achar imagens e cenas dos livros e filmes e experimentar todo o menu de comida e bebidas inspiradas na história. O menu de cervejas e drinques aumentou, incluindo as alcoólicas. Atores interagem com os visitantes, ajudando na imersão no mundo de Harry Potter.

6) Lojas e restaurantes são diferentes nas duas áreas. E também o cenário. Os shows também são diferentes, com um toque mais adulto em Diagon Alley.

7) Em Diagon Alley há mais ruas e vielas, para distribuir melhor as pessoas e também colocar elementos por mais lugares. Explore tudo.

8) A principal atração de Diagon Alley é uma montanha-russa indoor, com projeções em 4K (altíssima definição), que fica dentro do Banco de Gringotts (chama-se Escape from Gringott`s). Bellatrix (Helena Bonham Carter) e Voldemort (Ralph Fiennes) aparecem com destaque. O trio principal de atores (Harry, Hermione e Ron) não gravou cenas novas, nem mesmo gravações de voz. Há uma loja do banco, aliás, que vende notas do mundo de Harry Potter, no mesmo valor do dólar. E elas podem ser usadas para compras nos dois parques Universal.

9) Chegue cedo, hospede-se em um dos resorts Universal. A atração principal não terá Universal Express, mas hóspedes sempre podem entrar mais cedo. A fila de single riders (para quem não se importa em ir só) pode ser uma solução para quem tem pouco tempo. O fato de se hospedar nos hotéis de luxo da Universal faz o visitante ganhar tempo em todas as outras atrações, sobrando mais tempo livre para explorar o mundo de Harry Potter.

10) Na parte central de Diagon Alley, sobre o banco, está um dragão que cospe fogo periodicamente. Ele avisa quando está para tossir.

Há quatro anos não se falou em outra coisa em Orlando – The Wizarding World of Harry Potter, cujo frenesi continua até hoje. A história se repete com Diagon Alley. E se multiplica.

 
Fonte: Panrotas

Beco Diagonal, no Universal Studios Florida, será inaugurado em 8 de julho

 

  • Universal Orlando Resort/divulgação

    A nova área do parque Universal Studios Florida contará com atrações, lojas e restaurantes

  • A nova área do parque Universal Studios Florida contará com atrações, lojas e restaurantes

O Universal Orlando Resort divulgou que no dia 8 de julho de 2014 será realizada a abertura oficial do The Wizarding World of Harry Potter – Diagon Alley, nova área do parque Universal Studios Florida, em Orlando, Estados Unidos.

A nova área apresentará atrações relacionadas ao universo da série de filmes Harry Potter e o anúncio foi feito pelo ator James Phelps (que interpretou Fred Weasley) e também estavam presentes no evento a atriz Evanna Lynch (Luna Lovegood) e os atores Matthew Lewis (Neville Longbottom) e Oliver Phelps (George Weasley).

Localizado no Universal Studios, o “Wizarding World of Harry Potter – Diagon Alley” vai ter o dobro do tamanho de Hogsmeade, que funciona no outro parque da empresa, Island of Adventure. A viagem entre as duas áreas, como nas histórias de J.K. Rowling, será feita a bordo do Hogwarts Express, que além de “meio de transporte” também será uma atração.

 

fonte :Uol

Parque Ibirapuera é eleito o 8º melhor parque do mundo por site de viagem

Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP), eleito o 8º melhor parque do mundo

O parque Ibirapuera, em São Paulo, ganhou o título de melhor parque do Brasil e oitavo melhor parque do mundo em prêmio do site de viagens TripAdvisor. Na categoria de melhor ponto turístico no Brasil, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ficou em primeiro lugar.Os dois locais foram considerados os que mais valem a pena visitar no Brasil pelos usuários do portal, que funciona em 41 países.Outras atrações campeãs foram o Teatro Amazonas, em Manaus, que ficou em terceiro lugar entre os melhores pontos turísticos do país; a Catedral Metropolitana, em Brasília, que ficou em quarto; e a Usina Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu, que ficou em sexto.

O primeiro lugar na lista de melhores parques do mundo ficou com o Stanley, em Vancouver, no Canadá, e a melhor atração do mundo, segundo os usuários do site, são as ruínas de Machu Picchu, no Peru.

Veja as listas completas de melhores parques e pontos turísticos no Brasil e do mundo, de acordo com o Traveler’s Choice Awards:

Melhores Atrações do Brasil

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Cristo Redentor visto de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, é a atração favorita dos turistas

*

NO BRASIL

MELHORES PONTOS TURÍSTICOS

  1. Cristo Redentor, Rio de Janeiro (RJ)
  2. Centro Cultural Júlio Prestes – Sala São Paulo, São Paulo (SP)
  3. Teatro Amazonas, Manaus (AM)
  4. Catedral Metropolitana, Brasília (DF)
  5. Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (RJ)
  6. Usina Hidrelétrica de Itaipu, Foz do Iguaçu (PR)
  7. Igreja de São Francisco, Salvador (BA)
  8. Convento N. Srª da Penha, Vila Velha (ES)
  9. Basílica de N. Srª de Nazaré, Belém (PA)
  10. Catedral de Pedra, Canela (RS)

MELHORES PARQUES

  1. Parque Ibirapuera, São Paulo (SP)
  2. Mangal das Garças, Belém (PA)
  3. Parque Barigui, Curitiba (PR)
  4. Parque Tanguá, Curitiba (PR)
  5. Parque das Dunas, Natal (RN)
  6. Parque Farroupilha (Redenção), Porto Alegre (RS)
  7. Parque da Cidade (Sarah Kubitschek), Brasília (DF)
  8. Parque Unipraias Camoriú, Camboriú (SC)
  9. Parque das Mangabeiras, Belo Horizonte (BH)
  10. Parque Moinhos de Vento, Porto Alegre (RS)

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NO MUNDO

MELHORES PONTOS TURÍSTICOS

  1. Ruínas de Machu Picchu, em Machu Picchu, Peru
  2. Grande Mesquita Sheikh Zayed em Abu Dabi, Emirados Árabes
  3. Taj Mahal, em Agra, na Índia
  4. Mesquita-Catedral, em Córdoba, Espanha
  5. Basílica de São Pedro, na Cidade do Vaticano
  6. Angkor Wat, em Siem Reap, Camboja
  7. Templo Bayon em Siem Reap, Camboja
  8. Igreja do Salvador do Sangue Derramado, em São Petersburgo, Rússia
  9. Gettysburg National Military Park, em Gettysburg, Pennsylvania
  10. Muralhas da Cidade Antiga, em Dubrovnik, Croácia

MELHORES PARQUES

  1. Parque de Stanley, no Canadá
  2. Jardim dos Deuses, nos EUA
  3. Central Park, nos EUA
  4. Parque Millenium, nos EUA
  5. High Line, nos EUA
  6. Parque dos Reis e Jardim Botânica, na Austrália
  7. Parque Guell, na Espanha
  8. Parque Ibirapuera, no Brasil
  9. Parque do Retiro, na Espanha
  10. Jardim de Luxemburgo, na França

fonte:Folha

 

City Walk, na Universal Orlando, ganha novos sabores

Parques temáticos , O Hall of Fame promete hot dogs variados, buscados no mundo todo, com 12 tipos de mostarda e cinco de pães, mas sem ketchup, considerado heresia pelos criadores...

O Hall of Fame promete hot dogs variados, buscados no mundo todo, com 12 tipos de mostarda e cinco de pães, mas sem ketchup, considerado heresia pelos criadores…
O vice-presidente de Revenue e Marcas da Universal Orlando City Walk, Modesto Alcala, apresentou, nesta terça-feira, à imprensa americana e internacional destaques da nova fase da área de entretenimento e gastronomia, bem no meio dos dois parques do complexo, o Islands of Adventure e o Universal Studios. Um restaurante mexicano, o Antojitos, com entretenimento e muita animação, além de uma comida autêntica e surpreendente, um italiano charmoso, o Vivo, e duas atrações a serem abertas em breve o Hot Dog Hall of Fame o o Cowfish, que mistura hambúrguer com sushi são os destaques.

Segundo Alcala, a ideia é apostar em experiências diferentes, dignas de férias inesquecíveis, contemplando as famílias, mas também os amantes da boa gastronomia e das boas casas de entretenimento, o que inclui o público local. As novas unidades são parcerias com os donos dos empreendimentos originais e não franquias. Além disso, pelo tamanho e pelo lado de entretenimento da Universal, ganham versões únicas.

 
Fonte: Panrotas

2013 foi o ano da virada em aeroportos e estradas no Brasil?

O governo tirou da gaveta sete concessões em 2013, e o investimento privado em transportes bateu recorde. Agora é preciso manter o ritmo

Novo terminal do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo

Novo terminal do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo: a obra, entregue em dois anos e meio, amplia em 40% o tráfego anual de passageiros

São Paulo – A presidente Dilma Rousseff se afasta — felizmente ­— cada vez mais daquela candidata à eleição de 2010 que criticava as privatizações em debates públicos. Diante da marcha lenta do Programa de Aceleração do Crescimento, adotou um discurso pró-concessões pouco tempo depois de assumir o cargo.

Em 2012, foi além e lançou um plano nacional que prevê 206 bilhões de reais de investimentos privados em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos ao longo de três décadas. Passados três anos de seu governo, os resultados da política de atração do capital privado começam a aparecer.

No primeiro semestre de 2014, Dilma marcou presença na inauguração de três novos terminais aeroportuários concedidos à iniciativa privada, em Brasília, São Paulo e Rio Grande do Norte. No discurso de abertura do terceiro terminal do Aeroporto de Guarulhos, em maio, a presidente não poupou elogios às empresas responsáveis pela obra.

Em dois anos e meio, o consórcio Invepar ACSA, que ganhou o leilão do aeroporto, montou uma estrutura de 200 000 metros quadrados que amplia em 33% o fluxo anual de passageiros. Deverão passar por Guarulhos, a cada ano, 48 milhões de pessoas. “Em pouco tempo, as empresas construíram uma excepcional infraestrutura”, disse a presidente, entre sorrisos e aplausos. 

O fato é que o governo passou a reconhecer que, sozinho, não pode resolver o problema dainfraestrutura, negligenciada há muito tempo no país. Agora, admite que as empresas são mais ágeis para tocar os empreendimentos e recorre ao capital privado para a realização de grandes obras.

“O poder público depende de uma burocracia que atrapalha a gestão”, diz o ex-secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda Gesner Oliveira, um dos organizadores do livro Parcerias Público-Privadas: Experiências, Desafios e Propostas. “A iniciativa privada é mais livre para executar obras e tomar decisões.”

Com o Planalto mais pragmático, abriu-se um espaço para que as empresas entrassem em campo. E assim 2013 encerrou um ciclo de oito anos em que os investimentos públicos em infraestrutura de transportes — embora muito baixos — superavam os privados.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada mostra que as concessionárias desembolsaram o valor recorde de 16 bilhões de reais para rodovias, aeroportos, ferrovias e portos no ano passado, 44% mais do que o poder público.

“Mesmo com o avanço, ainda estamos no meio do caminho”, diz Paulo Fleury, presidente do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos). “O Brasil precisa de um total de 1 trilhão de reais para alcançar o nível da infraestrutura americana.”  

Em abril, o consórcio Inframerica inaugurou o píer sul do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, considerado um dos piores pelos usuários. Em dois anos, o operador foi capaz de aumentar a capacidade do aeroporto em 30%, para 21 milhões de passageiros por ano.

O consórcio Aeroportos Brasil, responsável por Viracopos, no interior de São Paulo, está atrasado. As obras deveriam ter sido entregues até maio. Apesar de fora do prazo, a concessionária conseguiu concluir mais de 90% do projeto.

Se comparada com o setor público, ainda assim está bem à frente. Dados do Ilos mostram que as 12 maiores obras de infraestrutura do governo têm atraso médio de quatro anos. 

Ao que tudo indica, ao menos nos setores de aeroportos e de rodovias, as concessões começaram a deslanchar. Na atual gestão, o governo conseguiu leiloar seis aeroportos e seis trechos de estradas federais. Só no ano passado foram sete projetos que saíram da gaveta. Se depender das empresas, há apetite para mais.

“Se o projeto for bom, temos interesse em participar”, diz Gustavo Rocha, presidente da Invepar, vencedora dos leilões do Aeroporto de Guarulhos e da BR-040, que liga Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, passando pela região metropolitana de Belo Horizonte.

Os contratos de concessões têm prazo definido e, por isso, as empresas buscam renovar suas carteiras para manter a perpetuidade do negócio. Como a primeira fase de concessões no Brasil ocorreu na década de 90, muitos contratos estão chegando ao fim. No ano que vem, vence a concessão da ponte Rio-Niterói, que garante ao grupo CCR cerca de 150 milhões de reais ao ano.

“Vamos participar novamente do leilão para não perder essa receita”, diz Leonardo Vianna, diretor de novos negócios da CCR, que assumiu no ano passado o Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, e o trecho da BR-163 em Mato Grosso do Sul. 

Os grupos que dominam o mercado de concessões no Brasil são verdadeiros gigantes — em sua base estão grandes empreiteiras, como Odebrecht e Engevix. Só no setor de rodovias, o número de empresas criadas por eles para operar cada um dos trechos arrematados dos leilões dos governos federal e estaduais cresceu 50% desde 2007, para um total de 54 concessionárias.

No caso dos aeroportos, as empresas criadas já aparecem na lista das maiores do país por receita líquida nesta edição de Melhores e Maiores. A concessionária do Aeroporto de Guarulhos, a GRU Airport, é a 166a do ranking, com receita de 3,1 bilhões de reais no ano passado.

Quatro dos grandes grupos de concessões têm ações negociadas na bolsa de valores: CCR,ArterisEcoRodovias e Triunfo. Juntos, eles têm valor de mercado de quase 50 bilhões de reais e uma dívida que corresponde a um terço desse montante. De acordo com analistas que acompanham os resultados dessas companhias, a maioria dos grupos tem condição financeira de assumir novas concessões. 

O governo tem dado um empurrão para que as empresas participem de leilões. Ninguém tem sido tão importante para a nova onda de concessões no Brasil quanto o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A instituição estatal financia até 70% da obra com juros de 7% ao ano — 4 pontos percentuais abaixo da taxa básica da economia, a Selic.

O banco prevê que nos próximos quatro anos o investimento em logística de transportes no país some 171 bilhões de reais. “O Brasil não tem um problema de falta de recursos”, diz Dalmo Marchetti, gerente de logística do BNDES. “Mas o país tem um desafio, que é desenvolver outras fontes de financiamento para as concessões além do BNDES, como o mercado de capitais.”

Apesar do progresso, a nova onda de concessões está longe do fim. No caso das rodovias, um terço dos 7 000 quilômetros previstos no programa de investimento em logística, lançado em 2012, ainda não foi leiloado. Neste ano, o governo já anunciou que quer conceder mais cinco rodovias, um total de 2 600 quilômetros.

Esses trechos não estavam no plano de dois anos atrás e devem somar 18 bilhões de reais em investimentos. Já nos aeroportos, agora o foco do governo está na aviação regional. A ideia é reformar ou construir 270 aeroportos de médio e pequeno porte. Neste momento, o governo analisa a melhor solução para cada um desses terminais no que diz respeito à administração.

Ela pode ficar a cargo da União, dos estados, dos municípios ou ser concedida à iniciativa privada. No setor privado, há expectativa quanto a futuras concessões de aeroportos maiores, como os de Recife e Salvador. 

Para que o ritmo de concessões ganhe mais força, o governo precisa destravar os leilões de portos e ferrovias. Os modelos para esses setores não dão segurança aos investidores. Nos portos, a ineficiência da Companhias Docas é uma preocupação para quem atua em terminais públicos.

Essas empresas só conseguem usar um terço dos recursos liberados pelo Tesouro a cada ano por falta de projetos e ingerência política. Dessa forma, investimentos importantes como os de dragagem — obra de aprofundamento do canal — deixam de ser feitos. Já no caso das ferrovias, o setor privado quer reduzir o risco da estatal Valec.

Hoje uma empresa de engenharia, ela seria encarregada de adquirir toda a capacidade de transporte das ferrovias privatizadas. O temor é que, ao longo dos 35 anos de concessão, o governo mude de ideia ou não ponha dinheiro suficiente para que a empresa honre o compromisso.

“Da forma como o marco regulatório das ferrovias está, não há condições de investir”, diz Carlo Alberto Bottarelli, presidente da Triunfo Participações e Investimentos, concessionária de Viracopos. “No entanto, o governo tem discutido o tema do marco regulatório com as empresas para que uma solução seja encontrada.” O que foi feito até agora já é um avanço, mas ainda há um longo caminho pela frente.

Apesar da Copa, preço de passagem aérea cai

Você escolhe o destino

A compra antecipada das passagens por parte de consumidores contribuiu para a queda.

 

Aviões da TAM no aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro

 

TAM:  60% das passagens da Copa foram vendidas menos de R$ 200

 

Rio – As passagens aéreas apresentaram recuo nos preços, pouco antes do início da Copa do Mundo, contrariando a expectativa de que o item pressionaria a inflação no meio deste ano por causa do evento esportivo.

A queda na demanda por viagens de negócios, a compra antecipada das passagens por parte de consumidores e a própria desaceleração na economia contribuíram para que as tarifas ficassem mais baratas.

O recuo foi de 21,11%, ajudando na desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O aumento na demanda de turistas foi compensado pela redução no fluxo de viagens de negócios, segundo o economista Cleveland Prates, sócio-diretor da Pezco Microanalysis. Além disso, não são muitas pessoas que viajam.

Na Copa das Confederações…

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Apesar da Copa, preço de passagem aérea cai

A compra antecipada das passagens por parte de consumidores contribuiu para a queda.

 

Aviões da TAM no aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro

 

TAM:  60% das passagens da Copa foram vendidas menos de R$ 200

 

Rio – As passagens aéreas apresentaram recuo nos preços, pouco antes do início da Copa do Mundo, contrariando a expectativa de que o item pressionaria a inflação no meio deste ano por causa do evento esportivo.

A queda na demanda por viagens de negócios, a compra antecipada das passagens por parte de consumidores e a própria desaceleração na economia contribuíram para que as tarifas ficassem mais baratas.

O recuo foi de 21,11%, ajudando na desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O aumento na demanda de turistas foi compensado pela redução no fluxo de viagens de negócios, segundo o economista Cleveland Prates, sócio-diretor da Pezco Microanalysis. Além disso, não são muitas pessoas que viajam.

Na Copa das Confederações, 70% dos torcedores viviam em lugares distantes até 200 quilômetros do local dos jogos, segundo Prates.

Em pesquisa recente, a Confederação Nacional do Comércio apurou que 74,4% dos brasileiros não viajariam durante a Copa e só 8,4% usariam transporte aéreo.

Teto

Como garantia de que não haveria cobranças abusivas, algumas companhias chegaram a anunciar o estabelecimento de um teto tarifário.

As empresas Azul e Avianca informaram que nenhum bilhete custaria mais de R$ 999 durante a competição. Mas não informaram agora como ficaram seus preços.

Em nota, a TAM informou que 60% das passagens aéreas domésticas comercializadas para o período da Copa do Mundo foram vendidas por preços abaixo de R$ 200.

A companhia afirma ter remanejado a malha aérea para atender à alta concentração de procura por rotas que incluem as cidades-sede.

Segundo a Gol, possíveis picos de demanda por parte de torcedores serão compensados pela diminuição da procura por passageiros corporativos.

Além disso, quem comprou os bilhetes com antecedência conseguiu garantir preços mais em conta. “Com isso, 85% das passagens podem custar até R$ 499, levando-se em conta a proximidade da data da viagem”, disse a Gol, em nota.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.