Emirates inicia operações no T3 de GRU

 

Aviação ,
A Emirates iniciou ontem, dia 26, as operações dos voos EK261 e EK262 no Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, inaugurado há poucas semanas. Os balcões de check-in da companhia estão na ilha G. A aérea informa que sua sala vip no T3 está localizada logo após a área de imigração e que a loja de passageiros permanece na Asa D do T2. 

Valle Nevado tem 40 cm de neve a um mês do inverno

Expectativa do complexo é que o inverno de 2014 seja o mais intenso dos últimos 17 anos

Expectativa do complexo é que o inverno de 2014 seja o mais intenso dos últimos 17 anos

Faltando menos de um mês para o início do inverno e 31 dias para a abertura da alta temporada no Valle Nevado, programada para o dia 27 de junho, o resort chileno de esquijá possui mais de 40 centímetros de neve acumulada nas pistas.

A expectativa do complexo é que o próximo inverno seja a estação com o frio mais intenso dos últimos 17 anos, em virtude do fenômeno meteorológico El Niño, que deve aumentar as precipitações na região.

 

fonte:Panrotas

Empresa Estadual de turismo incentiva hospedagens de turistas que vão assistir aos jogos da Copa em Manaus em quartos de motéis, iates e residências

size_590_arena-amazonia-manaus

Iates e motéis são opções de hospedagem em Manaus na Copa

Arena Amazônia: 80% da rede hoteleira de Manaus está com a capacidade esgotada

Manaus – A Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur) está incentivando hospedagens de turistas que vão assistir aos jogos da Copa do Mundo em Manaus em quartos de motéis, iates e residências.

Segundo a Amazonastur, a medida foi tomada porque os 23 mil leitos dos 107 hotéis da capital são insuficientes para suprir a demanda de 60 mil a 80 mil turistas esperados.

De acordo com a Amazonastur, 80% da rede hoteleira de Manaus está com a capacidade esgotada.

A empresa de turismo diz que a média da diária dos hotéis é de R$ 375,67.

A alternativa de colocar navios de cruzeiro no porto de Manaus para receber os turistas foi descartada pelo governo.

Sobre os cruzeiros, a Amazonastur disse que a temporada dos navios foi até o mês de abril, ou seja, fora do período da Copa do Mundo.

Oreni Braga, presidente da empresa estadual, disse à Agência Efe que cerca de 30 motéis e 30 iates de luxo foram selecionados em Manaus para receber os turistas durante o campeonato de futebol.

Ela afirma que as embarcações têm camarotes, salas, cozinha, banheiros e área de lazer.

“Com os motéis e os barcos, esperamos acrescentar mais de 900 leitos disponíveis em Manaus”, disse Oreni Braga.

Segundo a presidente da Amazonastur, a oferta de hospedagem alternativa não é novidade no Brasil, principalmente em destinos como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

“Essas cidades já adotam esse tipo de medida. Mas, em Manaus, vale lembrar que o projeto tem validade. Não será permanente. Apenas para suprir a demanda da Copa”, explicou Oreni Braga.

A Empresa Estadual de Turismo está realizando também cadastramento de casas para aluguéis em parceria com o Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado do Amazonas.

Os preços são negociados diretamente entre os inquilinos e os donos dos imóveis.

Oreni Braga afirmou que, até o momento, 400 casas estão cadastradas. Ela disse que as residências estão sendo inspecionadas.

O turista pode obter informações sobre as hospedagens alternativas no site Visitamazonas e no endereço criado exclusivamente para o serviço, onde também estão sendo divulgados os motéis disponíveis.

No site Hospedagem Copa Manaus, a reportagem da Efe verificou que vários imóveis estão disponíveis para aluguel.

Eles têm diária que vão de R$ 250 a R$ 400 (por pessoa) em localidades cuja distância até o estádio Arena da Amazônia é variada

fonte Exame

Azul quer operar voos entre Campinas (SP) e Valença (BA)

A companhia aérea Azul entrou com um pedido para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a fim de operar voos entre Campinas, em São Paulo, e Valença, na Bahia, com expectativa de início em 30 de agosto. As aeronaves utilizadas serão Embraer 190, que têm capacidade para 106 passageiros. O voo sai de Campinas aos sábados, às 13h30, chegando em Valença às 15h50. O retorno sai às 16h20, pousando às 18h40.

“O fortalecimento regional é um dos nossos principais focos e a nova base está entre os compromissos da Azul de chegar a cada vez mais destinos pelo Brasil. A partir de nossos estudos, notamos um crescimento de demanda por voos na região de Valença, cujos produtos turísticos também serão foco da Azul Viagens. Assim, pretendemos oferecer essa facilidade aos Clientes para conexão com todo o Brasil, bem como atender a destinos turísticos na região”, afirma o diretor de Planejamento e Alianças da Azul, Marcelo Bento.

fonte:Panrotas

Queda em turismo de negócios esvazia hotéis e voos na Copa

Faltando três semanas para a Copa do Mundo, quem quiser visitar algumas das cidades-sede durante o Mundial pode se surpreender com a relativa facilidade para comprar passagens ou fazer uma reserva de hotel.

O medo de preços altos, multidões e caos logístico acabou espantando turistas de lazer tradicionais, sem ingresso para os jogos, e praticamente paralisou o turismo de negócios que costuma encher hotéis e voos em alguns destinos do país.

O resultado é que só 26,5% das passagens aéreas em voos para as cidades-sede durante o Mundial foram vendidas até agora segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Além disso, cerca de 45% dos quartos de hotéis ainda estão vazios, de acordo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) – embora em alguns destinos, como o Rio de Janeiro, Recife e Natal, essa taxa de disponibilidade não passe de 20%

“No caso do setor aéreo, ao menos até agora não tem faltado assento para quem quer viajar nesse período (do Mundial)”, disse a BBC Brasil Marcelo Guaranys, diretor-presidente da Anac, acrescentando que os preços parecem estar adequados.

Até para os jogos em torno da final, no Rio, a ocupação dos voos estaria por volta de 30%.

Guaranys nota o dado curioso de que o destino com maior taxa de comercialização no período da Copa não tem nada a ver com o evento – Campina Grande, na Paraíba, tem voos com 70% das passagens vendidas em função de sua famosa festa de São João.

Mas considerando que, no geral, dois terços dos passageiros de voos domésticos viajam a negócios ou para participar de eventos, segundo a Agência Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), não é difícil entender por que 74,5% dos assentos ainda estão disponíveis, como nota Edson Domingues, professor de economia da Universidade Federal de Minas Gerais.

“As empresas, órgãos governamentais e até organizações internacionais parecem ter evitado programar reuniões ou eventos corporativos em cidades-sede com medo de preços altos e problemas logísticos”, explica Domingues.

Ocupação de hotéis

No que diz respeito a ocupação dos hotéis, São Paulo tem a menor taxa entre as cidades-sede em parte em função de sua vocação empresarial, segundo Roberto Rotter, presidente do FOHB (que faz sua pesquisa em redes hoteleiras conveniadas).

A média de ocupação hoteleira da cidade para o período do Mundial é hoje de apenas 31% – chegando a 42% durante o jogo de abertura entre Brasil e Croácia.

“Alguns hotéis paulistas já estão fazendo promoções e os órgãos oficiais de turismo do Estado estão preparando uma campanha com diárias promocionais e apelos para os atrativos turísticos da cidade”, conta Rotter.

Em Curitiba, a disponibilidade de quartos ainda é de 44% e em Salvador e Belo Horizonte, de 33%.

Associações do setor turístico e autoridades ligadas ao governo esperam que as reservas aéreas e de hospedagem cresçam bastante com as compras de última hora.

O Fohb, por exemplo, acredita que a média de ocupação dos hotéis chegará a 65% até o início dos jogos.

“Principalmente depois dos resultados das oitavas de final teremos uma maior definição sobre essas reservas, porque os torcedores vão saber quem vai jogar em cada cidade”, diz Leonel Rossi Júnior, vice-presidente de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav).

Mas nenhum dos setores espera que as reservas alcancem os níveis de feriados como o Carnaval – a não ser em destinos específicos como o Rio.

Número de visitantes

Apesar dos investimentos para se ampliar a rede hoteleira do país, a Copa pode decepcionar os que esperam ver o Brasil receber um número de turistas muito maior que o normal para o período.

O próprio Ministro do Turismo, Vinícius Lages, admitiu a limitação do evento nesse ponto em entrevista à BBC Brasil.

Segundo o Ministério, 600 mil turistas estrangeiros devem visitar o Brasil durante o torneio.

Mas no ano passado o Brasil já recebeu 6 milhões de turistas estrangeiros e o período de junho e julho costuma concentrar 10% do fluxo de turismo do ano, como explica Lages.

Ou seja, sem a Copa, é provável que o país também recebesse algo em torno de 600 mil visitantes.

Segundo Lages, o que fará do Mundial um sucesso para o setor turístico é o perfil desses turistas.

Os turistas que vem para o Mundial devem gastar em média US$ 5.500, contra US$ 4.000 dos turistas tradicionais, segundo o Ministério.

“Eles também devem vir de uma gama de países mais diversificada, nos quais podemos nos promover”, afirma Lages.

O lento ritmo das reservas, porém, levanta dúvidas sobre o risco de o Brasil experimentar um fenômeno semelhante ao da Olimpíada de Londres, que esvaziou famosos pontos turísticos da capital britânica (Ver quadro).

Dúvidas

“Durante uma Copa ou Olimpíadas, no geral a chegada de visitantes para os jogos nem sempre compensa a redução do número de turistas tradicionais de lazer e negócios – e esse é um risco que o Brasil também irá enfrentar”, afirma Domingues.

Wolfgang Maennig, especialista em economia do esporte da Universidade de Hamburgo, concorda. Para ele, no que diz respeito a economia, o Mundial “costuma ser um jogo de soma zero”.

Já para Leonel Rossi Júnior, vice-presidente de Relações Internacionais da Agência Brasileira de Viagens (Abav), o Brasil deve evitar a decepção de Londres por duas razões.

Primeiro, porque a Copa brasileira ocorre em mais cidades, incluindo algumas que, tradicionalmente, não recebem grande fluxo de turistas – e tem no evento uma oportunidade única de se promover.

Depois, porque em Londres o esvaziamento da cidade foi em parte consequência de uma ampla campanha em que a prefeitura alertou sobre possíveis problemas no sistema de transporte e pediu aos britânicos para evitar o centro da cidade. E não haveria nada comparável no Brasil.

“A Copa pode até ter um efeito limitado no setor turístico no curto prazo”, diz Júnior. “O importante, porém, é que teremos uma oportunidade única de promover o país no exterior.”

Longo Prazo

O Ministério do Turismo também aposta nessa possibilidade: “No total 3,6 bilhões de telespectadores assistirão à Copa e quem estiver no país vai voltar para casa falando bem do Brasil”, afirma Lages.

Já para Domingues “não há como garantir que a imagem projetada pelo país durante o evento será positiva.”

“Se tivermos algum incidente grave envolvendo turistas, por exemplo, o Mundial pode acabar funcionando como uma propaganda negativa do Brasil”, diz ele.

Ele concorda, porém, que os aeroportos e hotéis construídos ou expandidos para o evento são um legado que pode ajudar o setor turístico brasileiro a ganhar fôlego em um futuro próximo.

“Certamente, isso é algo que pode fazer a diferença no longo prazo”, diz.

fonte:bbc brasil

Aéreas investem em itens de luxo para atrair passageiros à primeira classe

 

Para a maioria dos turistas, viajar com estilo pode ser coisa do passado, mas as companhias de aviação estão determinadas a trazer o glamour de volta às viagens aéreas, pelo menos para os passageiros que se acomodam na frente do avião.Leitos e travesseiros confortáveis, vinhos finos e refeições de quatro pratos, pijamas de grife e luxuosos kits de toalete se tornaram ofertas-padrão nas jornadas em classe executiva, hoje em dia.

Robert Wright/The New York Times
No aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, passageiros da classe executiva jantam no terminal antes de embarcar
No aeroporto JFK, em Nova York, passageiros da classe executiva jantam no terminal antes de embarcar

E depois de dois anos de demanda lenta, os gastos com viagens de negócios devem crescer 7,1% nos Estados Unidos em 2014, para US$ 293 bilhões (R$ 646 bilhões), de acordo com a Associação Mundial de Viagens de Negócios. Os gastos com viagens de negócios internacionais devem crescer quase duas vezes mais rápido, ou 13%, e atingir os US$ 37 bilhões (R$ 81,5 bilhões).

Com essa recuperação nas viagens de trabalho, as companhias de aviação estão tomando providências para oferecer serviços e benefícios ainda mais personalizados e disputar os passageiros executivos, de alto valor para elas, enquanto comprimem cada vez mais passageiros na porção traseira do avião.

“Os passageiros executivos estão certamente sendo disputados pelas companhias de aviação”, diz Claudia Sender, presidente-executiva da companhia de aviação brasileira TAM. “Eles jamais foram tão importantes, devido à sua disposição de pagar mais.”

As companhias sempre trataram os passageiros de classe executiva um pouco melhor do que aos demais. Mas na era de viagens em massa que vivemos atualmente, a atenção adicional à parte da frente da cabine agravou ainda mais as disparidades.

“A distância entre o que acontece na frente do avião e o que acontece atrás jamais foi tão grande”, disse Tim Winship, editor do site FrequentFlyer.com. As companhias cobram de seis a oito vezes mais caro por uma passagem de classe executiva do que por uma de classe turística, em voos longos e internacionais, e as passagens de primeira classe são duas ou três vezes mais caras que as de classe executiva. Para uma reserva com um mês de antecedência, por exemplo, uma passagem de Los Angeles a Hong Kong custa US$ 900 (R$ 1.985) na classe turística, US$ 6.400 (R$ 14.115) na classe executiva e US$ 16 mil (R$ 35.287) na valorizada primeira classe.

(A diferença de preços nos voos domésticos não é tão grande quanto nos internacionais, o que significa que os passageiros da classe turística contribuem com proporção maior da receita total de cada voo, nesse caso.)

Cerca de um terço dos passageiros de um avião, em geral os que voam na cabine de primeira classe ou classe executiva e os passageiros de classe turística que pagam preço integral por suas passagens, respondem por cerca de dois terços da receita de uma companhia de aviação.

Por isso, não surpreende que as empresas estejam redobrando os esforços e as atenções para satisfazer esses passageiros executivos, ainda que estes estejam tentando extrair o máximo possível de vantagem de seus orçamentos de viagem.

Eles recebem atendimento mais rápido nos aeroportos, suas malas desembarcam primeiro, eles passam por verificações de segurança mais rápidas, e seus balcões de check-in têm filas menores. Também são os primeiros a embarcar e desembarcar de um avião. Algumas companhias de aviação têm terminais especiais para passageiros de primeira classe, e oferecem serviços de limusine para transferi-los de um avião a outro na pista de pouso.

“Sabemos, porque nossos clientes de classe executiva assim nos dizem, que o que mais importa aos passageiros é a velocidade e eficiência, e é isso que tentamos oferecer”, diz Mike Henny, diretor de atendimento a clientes na Delta Air Lines.

Dentro do avião, o sinal mais visível desses esforços é a mais recente geração de assentos na classe executiva. O padrão hoje envolve assentos confortáveis que podem ser transformados em leitos retos, não inclinados.

Muitas companhias agora adotam assentos com acesso direto ao corredor para os passageiros, o que significa que eles não precisam saltar sobre um vizinho de fileira adormecido se desejarem sair de seus lugares no meio da noite.

A Air France é a mais recente das grandes companhias internacionais de aviação a determinar que esses recursos se tornaram indispensáveis na disputa por clientes empresariais.

A companhia anunciou recentemente que, como parte de um investimento de US$ 500 milhões (R$ 1,1 bilhão) para melhorar as cabines de passageiros de seus aviões, ela instalará novos assentos-leito na classe executiva. Cada um desses assentos custará pelo menos US$ 68 mil (R$ 150 mil), e a Air France começará a instalá-los em junho em sua frota de Boeing-777.

 

fonte:folha

Turistas adaptam roteiro de viagem para levar bichos de estimação

Cachorro, gato e até papagaio acompanham donos pelo Brasil.

Veja 20 dicas para que tudo corra bem antes, durante e depois do passeio.

Flávia MantovaniDo G1, em São Paulo

4 comentários
Chimi Churri na cadeirinha especial de viagem e Maquiavel com o cinto de segurança (Foto: Arquivo pessoal)Chimichurri na cestinha especial de viagem e Maquiavel com o cinto de segurança (Foto: Arquivo pessoal)

Piscina de plástico, kit de remédios, roupas, comidaprodutos de higiene, brinquedos. Quando viajam, Jackeline Mota e seu marido, Rômulo Elizardo, enchem o bagageiro do carro com itens que serão usados por um passageiro exigente: Maquiavel, um buldogue francês de um ano e meio. O casal, que mora no Rio de Janeiro, gosta de viajar para cidades turísticas do estado com o cachorro. Juntos, os três já estiveram em Paraty, Visconde de Mauá, Cabo Frio e Búzios. “Somos muito apegados a ele. E é muito bom a gente poder se divertir juntos. Ele adora”, diz Jackeline.

À esq., Jackeline com seu cão Maquiavel em Paraty; à dir., Hilas com Chimi Churri em Itaipava (Foto: Arquivo pessoal )Jackeline com Maquiavel em Paraty e Hilas com Chimichurri em Itaipava (Foto: Arquivo pessoal )

A escolha do destino leva em conta a receptividade para animais. Eles, inclusive, já deixaram de ir a alguns lugares por não encontrar a hospedagem adequada. “Preferimos procurar outro lugar ou ficar no Rio com ele”, afirma ela. O roteiro da viagem também sofre adaptações para que o cão possa participar dos passeios. Em Paraty, por exemplo, Jackeline e Rômulo preferiram não ir a museus para privilegiar atividades ao ar livre.

Tem gente que deixa de ter cachorro porque gosta de viajar, mas isso não é um empecilho”
Jackeline Mota, dona do buldogue Maquiavel

No trajeto de carro, Maquiavel usa um cinto de segurança especial, que funciona como uma espécie de adaptador para o cinto comum. Nohotel, dorme na caminha que viaja junto com ele e que é colocada no quarto dos donos. Durante os passeios, ele corre, se refresca na piscina de plástico e está aprendendo até a deslizar em um skate especial para cães. Para Jackeline, as concessões que precisam ser feitas durante a estadia compensam. “Tem gente que deixa de ter cachorro porque gosta de viajar, mas isso não é um empecilho”, afirma. Adaptações A rotina de Jackeline e Rômulo em suas viagens com Maquiavel se repete com outras pessoas que gostam de viajar junto com seus animais.

O cachorro Chimi Churri durante viagem a Itaipava (Foto: Arquivo pessoal)O cachorro Chimi durante viagem a Itaipava (Foto: Arquivo pessoal)

Da escolha do destino ao roteiro turístico, passando pela bagagem que é preciso levar, é preciso adaptar os planos à presença do pet. “Sempre muda. Tem que ficar mais em casa ou no hotel, não voltar muito tarde da rua. É como se fosse uma criança”, compara o empresário Hilas Al Khoure. Ele e sua mulher, a publicitária Fernanda Galvão, gostam de viajar com Chimichurri, um Lulu da Pomerânia que tem a mesma idade de Maquiavel, um ano e meio. Chimi vai no carro em uma “cadeirinha” especial para animais, que parece uma espécie de cesta presa no banco de trás. “No início ele não gostava, mas agora já se acostumou. É uma bagunça danada no carro”, conta Hilas. O Lulu já conheceu cidades como Angra dos Reis, Teresópolis e Búzios. Em breve, seu filhote de três meses, Boo, deve se unir ao grupo. Para Hilas, o segredo para aproveitar uma viagem com animais de estimação é ir preparado para um programa diferente. “Quando viajamos sem ele, é um momento nosso, de curtir o casal. Mas quando ele vai, a proposta é curtir estar com ele”, afirma.

Gabriela Machado com seu papagaio Bob (Foto: Arquivo pessoal)Gabriela Machado com seu papagaio Bob (Foto: Arquivo pessoal)

Gatos e papagaio Moradora de Santos, a professora de ioga Gabriela Machado surpreendeu a dona de uma pousada no interior de São Paulo quando pediu para se hospedar lá com duas gatas e um papagaio. Dara, Pandora e Bob acompanharam ela e o marido na viagem a São José do Barreiro (SP), na Serra da Bocaina. As gatas costumavam ficar em casa durante as viagens do casal, mas nesse fim de semana uma delas estava doente e eles preferiram levar a trupe toda. Já Bob, que hoje tem seis anos, os acompanha desde pequeno. “Ele adora. Quando vê a gaiola de transporte. fica alucinado, começa a gritar”, conta Gabriela.

Bob adora viajar. Quando vê a gaiola de transporte, fica alucinado. No carro, é só alegria. Ele come batata, salgadinho”
Gabriela Machado, dona do papagaio Bob

No trajeto, segundo Gabriela, o papagaio é “só alegria”. “Ele come batata, salgadinho, chama as gatas pelo nome. É supercomunicativo”, conta, rindo. A família se hospedou em um chalé, onde os animais podiam dormir durante a noite. De dia, ficavam no jardim, do lado de fora. Ela e o marido saíam para passear, mas davam um jeito de passar na pousada de vez em quando para checar se tudo estava em ordem. “Geralmente, a gente acorda, já ganha a rua e só volta para dormir. Com eles lá, tivemos a preocupação de dar uma passadinha para ver como estavam”, conta. Para Gabriela, a experiência foi válida. “Se eu não tivesse levado, ficaria preocupada. Quando estão comigo sei que estou cuidando deles e também me divertindo.” Manual de viagem Veja 20 ficas dos sites Turismo 4 Patas e Viaje Sim! para viajar bem com seu animal. 1) Na primeira viagem com ele, prefira um fim de semana em vez de uma temporada longa. 2) Escolha um destino que seja adequado para o seu animal. Áreas rurais e cidades menores costumam ser ótimas para eles. Se a viagem privilegiar programas muito urbanos e culturais (como visitas a museus e idas a restaurantes), talvez seja melhor deixá-lo em casa. Em cidades litorâneas, pesquise para ver se eles são aceitos na praia. 3) Confirme se o hotel escolhido aceita animais e em quais condições: onde ele poderá dormir (no canil ou no quarto?), em quais áreas comuns ele poderá circular, se é cobrada alguma taxa, o que é proibido e o que é permitido. 4) Se o seu cão late muito, prefira quartos mais distantes dos outros (chalés são ótimos), para não incomodar os demais hóspedes. 5) Coloque na coleira uma etiqueta de identificação e leve uma fotografia do animal para poder mostrar caso ele se perca. 6) Se a viagem for muito longa ou estressante considere a utilização de um tranquilizante, mas só dê o remédio com orientação do veterinário.

O papagaio Bob em cima de uma mala de viagem (Foto: Arquivo pessoal)O papagaio Bob em cima de uma mala ao lado de uma das gatas que tambem foi na viagem (Foto: Arquivo pessoal)

7) Leve na bagagem todos os itens do animal, incluindo material de higiene, kit de primeiros socorros e a ração à qual ele está acostumado em quantidade suficiente para a duração da viagem. Leve também alguns brinquedos para distraí-lo no destino e no trajeto. 8) Mantenha sempre a vacinação do animal em dia. Leve na viagem a carteira de vacinação regularizada e assinada pelo veterinário. Dê especial atenção à vacinação anti-rábica, pois ela é indispensável para viagens nacionais e internacionais. Ela deverá ser aplicada pelo menos 30 dias antes da data da viagem, no caso da primeira dose, e é válida por um ano. 9) Para viagens nacionais, é preciso apresentar um “Atestado de Saúde” ou “Certificado Sanitário”, emitido por veterinário e contendo as informações como raça, nome, origem do animal, estado geral de saúde, nome do proprietário e destaque para a comprovação de imunização anti-rábica. 10) Se a viagem for internacional, é preciso apresentar o CZI (Certificado Zoosanitário Internacional), emitido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura, nos aeroportos internacionais ou na sede do Ministério da Agricultura de cada estado. Verifique também nas embaixadas ou consulados as exigências específicas de cada país de destino para a entrada de pets.

O buldogue francês Maquiavel em cachoeira de Paraty (Foto: Arquivo pessoal)O buldogue francês Maquiavel em cachoeira de Paraty (Foto: Arquivo pessoal)

11) Escolha um horário tranquilo para a partida, evitando períodos de muito trânsito ou calor. 12) Não é permitido transportar o animal solto dentro do veículo. É preciso usar caixa de transporte, cintos de segurança apropriados, cadeirinhas especiais ou grades de proteção. 13) Faça paradas regulares para que o animal possa se exercitar, beber água e fazer suas necessidades. 14) Evite alimentá-lo durante a viagem, pois isso pode favorecer o enjoo no animal. O ideal é daruma refeição leve duas ou três horas antes da partida. 15) Pode ser recomendado colocar uma capa no banco de trás do carro, para que o animal não destrua. 16) Não deixe o bicho preso dentro do automóvel fechado, principalmente quando estiver estacionado sob o sol. 17) Não deixe o animal sozinho no quarto do hotel. Ele pode causar danos ou latir e incomodar os outros hóspedes. 18) Mantenha as patas do pet sempre limpas e secas, para não sujar muito os locais por onde ele vai circular. 19) Leve-o para fazer as necessidades preferencialmente fora do hotel e recolha a sujeira. 20) Deixe o animal desfrutar das áreas livres, correr e rolar na grama. A viagem deve ser boa para todos.

Hotel Fashion, no Rio, será Best Western Premier

O Fashion Hotel, que está sendo construído no Arpoador, no Rio e que terá a bandeira Best Western, recebeu um upgrade. Em vez da bandeira Plus, da Best Western International, terá a Premier, mais alta da rede, com serviço completo e padrão upscale.

 

O nome do empreendimento mudou oficialmente para Best Western Arpoador Fashion Hotel by Gloria Coelho. A famosa estilista cuidará do design de interiores do novo hotel, que é incorporado pela Incortel Vitória, representante exclusiva da bandeira no Brasil. Há um projeto de 30 novos hotéis BWI nos próximos cinco anos. A gestão do hotel ficará por conta da Hotelaria Brasil.

 

Fonte: Panrotas